Hoje vou cair no erro (de novo) e escrever uma crítica do King Kong (eu acho).
Aguardem (ou não)!
Senta que lá vem a história.
Hoje vou cair no erro (de novo) e escrever uma crítica do King Kong (eu acho).
Aguardem (ou não)!
(pense na frase título do post dita pela voz roufenha de Duke Nuken)
Pelo menos King Kong teve lançamento simultâneo com os cinemas americanos.Acabei indo ver sexta-feira, meio de sopetão. Fui ao shopping comprar quadrinhos, vi que o filme tinha começado há 5 minutos e entrei no cinema.
Genial. Finalmente o Peter Jackson conseguiu fazer algo que eu julgo respeitável, já que aquela trilogia do Senhor dos Anéis foi uma porcaria (e que venha a legião de bárbaros).
Enfim.
[insira aqui uma enorme crítica detalhada do filme, traçando paralelos com a versão de 1933 e destrinchando elogios à fidelidade do diretor à obra original]
E depois vá ao cinema e assista o macacão.
Ficou fodástico.
Walk The Line, cinebiografia do grande Johnny Cash, estreou nos Estados Unidos dia 10 de novembro.
Sai por aqui só no dia 10 de fevereiro.
Agora me diz: qual a justificativa pra 3 meses de atraso?
Não existe (na verdade existe, mas envolve a festa do Oscar e outras sacanagens da Fox e não quero me prolongar aqui, pois hoje é dia de brevidade e já falei demais).
E depois esses putos ficam com aquela conversinha besta sobre pirataria e como isso é uma grande sacanagem com a indústria cinematográfica. Eu não endosso nem perpetuo a prática, mas se tratassem o público com um pouco mais de respeito, talvez tivessem menos do que reclamar.
E como se não fosse merda suficiente, o nome do filme aqui será “Johnny e June”.
Parece nome daqueles filmes de animais que falam. O labrador Johnny e a angorá June, juntos numa enorme aventura para voltar para casa depois de serem capturados pela carrocinha.
Tománocu, esses canalhas.
Não bastasse o sensacional Esquadrão Força Total, agora o [adult swim], do Cartoon Network, também passa Space Ghost de Costa a Costa.
E, sabe, você tem que respeitar um desenho com diálogos assim:
Entrevistada: O Zorak quer que a gente dê um tempo.
Space Ghost: O Zorak pode lamber meu centro de gravidade.
Preciso incorporar essa ao meu repertório.
- “Ordeno”! Quem ele pensa que é?
- Sou o seu rei!
- Não votei em você.
- Os reis não são eleitos.
- Como você se tornou rei, então?
- A Dama do Lago, seu braço coberto com o mais puro Samito cintilante, ergueu Excalibur da superfície da água, anunciando, por Divina Providência, que eu, Arthur, deveria carregar Excalibur. Por isso, sou seu rei!
- Escute, mulheres estranhas em lagos, distribuindo espadas, não são alicerce para um sistema de governo. O poder executivo supremo provém de um comando das massas. Não de uma cerimônia aquática ridícula.
- Cale-se!
- Você não pode querer exercer o poder supremo só porque uma vadia jogou uma espada pra você.
- Cale a boca!
- Se eu saísse dizendo que sou um imperador porque uma sirigaita lançou uma cimitarra pra mim, me prenderiam!
[investindo contra o camponês]
- Vai calar a boca?
- Viram? A violência é inerente ao sistema!
- Cale a boca!
- Socorro, estão me reprimindo!
- Camponês desgraçado!
- Se entregou. Ouviram isso?
Existe muito mais sabedoria em Monty Python do que supõe nossa vã filosofia.
Hoje vamos exercitar a brevidade por aqui.
Preparem-se, pois.