Monthly Archive for July, 2006

Tops

TOP 5 MÚSICAS MAIS LEGAIS QUE CONHECI NOS ÚLTIMOS TEMPOS:

1 - Arctic Monkeys – A Certain Romance
2 - The Cardigans – I Need Some Fine Wine, And You, You Need To Be Nicer
3 - L’Arc~en~Ciel – New World (Hydeless Version)
4 - Mogwai – R U Still In 2 it?
5 - Mc Leozinho – Se Ela Dança Eu Danço

TOP 5 MELHORES DESENHOS DO [adult swim]:

1 - Frango Robô
1 - Aquateen: O Esquadrão Força Total
1 - Space Ghost de Costa a Costa
1 - Laboratório Submarino 2021
2 - Harvey, O Advogado

(Com exceção do último, não estão em ordem de preferência)

Cabeçada

Eu chamo só os amigos mais próximos e um pedaço irrisório da minha família pra comer um crepe e por pouco não dá pra acomodar todo mundo.

Veja só que garoto popularesco!

Jogando aos bárbaros

Dois blogs muito dignos de leitura onde fui cair recentemente: o Puta que pariu meu pau, do Lincoln figuraça, e o Palavrórios do Jaderson, do Jaderson que eu desconheço.

Vão, bárbaros, vão!

Leiam!

Por que não?

Eu não acho que tudo precisa de uma razão. Acho, aliás, que é babaquice achar que tudo precisa de uma razão. E não tenho razão alguma pra achar isso, além de achar.

O negócio é que tem quem ache que é preciso justificar tudo, explicar tudo, expor as razões de tudo. O problema é que nem tudo tem razão, nem tudo tem motivo. Certas coisas acontecem porque sim e pronto. Fazemos algumas coisas porque sim e pronto. E não gostamos de outras porque não.

E pronto.

Sexo é o treco mais sem justificativa do mundo. E (quase) todo mundo faz. Porque sim, ué. Porque dá vontade. Porque é bom. Porque quer. Ou não faz porque não quer. Violência é mais ou menos assim, também. Mas é mais difícil de entender. Não que dê pra entender, claro. Não que deva ser entendido, lógico.

Mas o princípio é o mesmo.

Então tem aquelas coisas das quais eu gosto porque gosto e pronto. Os motivos são bestas? São. Mas eu gosto, pô, vou fazer o quê? Não tô fazendo mal pra ninguém em gostar ou não do que eu gosto ou não, então me deixa aqui na minha, vai cuidar da tua vida.

Mas eu acho – e aí meio que é só porque eu gosto de achar, e gosto porque gosto, porque sim e pronto – que algumas coisas precisam de um motivo. E fico querendo encontrar uma razão pro irracional. O que já é irracional em si, mas eu fico ali, tentando arranjar uma explicação pra coisas inexplicáveis, porque eu sinto que preciso explicar.

E sinto porque sim. E pronto.

É óbvio que não encontro razão nenhuma. E é lógico que, por mais que quebre a cabeça tentando chegar a alguma conclusão, não concluo nada.

Mas invento uns motivos e crio umas razões baseadas em argumentos absurdos e em princípios deturpados que até funcionam pra apaziguar minha mente. Eu fico bem feliz quando isso acontece.

E depois não quero mais pensar naquilo.
Porque não.

Das comparações relativas aos gostos

Escrevi esse texto ontem à noite, num momento profundo de tédio, enquanto fuçava o “novo” Last.fm. O título que coloquei foi o mesmo que coloquei aqui. E vocês hão de notar que, nesse caso em particular, a anatomia não tem nada a ver com a indumentária, porque eu acabei não falando do que queria falar.

Esse é um dos fatores que vem me mantendo em silêncio, aliás: além da falta de assunto, quando aparece algo digno de ser comentado meus pensamentos saem tomados por uma total ausência de coerência. A idéia inicial se perde completamente e o resultado é uma maçaroca de pensamentos absurdos que não tinham porcaria nenhuma a ver com o princípio do texto.

Enfim. Eu queria falar de uma coisa e falei de outra de novo. Tá aí o maldito texto.

***

Se eu fosse fazer um TOP 5 ARTISTAS MAIS CHATOS DO MUNDO, acredito que as três primeiras posições ficariam mais ou menos assim:

1. Seu Jorge.
2. Ana Carolina.
3. Seu Jorge e Ana Carolina.

Seguidas por uns dois filhos de famosos aleatórios. A ordem seria o de menos, já que são todos insuportáveis. O importante é que sujeitos como Pedro Camargo Mariano, Max de Castro, Simoninha, Jairzinho, Luciana Melo, Maria Rita e etc estariam sempre ali, na seqüência.Antes eles ficariam sempre em primeiro. Os filhos de famosos, digo. O problema é que Seu Jorge – que já era um pé no saco com efeito, de trivela, com impulso e usando sapato de bico fino – e Ana Carolina – que já tinha um repertório tão legal quanto um tratamento de canal sem anestesia – resolveram se juntar. E aí elevaram seus graus de chatice – antes independentes – à décima potência.

Mais ou menos o que fizeram os Tribalistas, diga-se de passagem.

Sem sacanagem: prefero dez vezes ficar ouvindo aquele MC Leozinho e seu moto contínuo (seeladanceudanceeladanceudanceela… ad nauseam), que me dá vontade de arrancar minha pleura e comer, a ter que tolerar aquela xaropagem de “Eu não sei paraaaaaar de te olhaaaaaar, eu não sei paraaaaaaar de te olhaaaaaar”.

Parece treino de criança de pré-primário pra encontrar a sílaba tônica da palavra. Valha-me deus!