Caso você more em Florianópolis e não tenha nada para fazer nas noites frias de julho, deixe-me te dar uma sugestão: vá ao teatro.
Geralmente eu não sou de dar pitaco na vida social alheia, dizendo onde as pessoas devem ou não ir, o que devem ou não fazer. Cada um segue sua consciência e faz o que acha melhor. Desde que não me incomode e não me cause ganas de botar as mãos numa escopeta e sair incorporando o Ash contra as hordas infernais, meu camarada, o céu é o limite.
Então. Voltando ao assunto do teatro, há uma boa razão para que eu faça tal indicação, leitor morador de Floripa (se é que você existe, mas não me incomodo se não existir, já que sou perito em falar sozinho): o grupo de teatro Quatro Ventos vai apresentar uma peça no primeiro fim de semana do mês (dias 3, 4 e 5) composta por textos retirados deste blog porqueira que você perde seu tempo lendo agora.

Pois sim. De acordo com meu pai, agora sou um dramaturgo. Afirmação que rebati com veemência:
- Porra, nem fodendo. Dramaturgo é tudo viado!
- Ah, meu filhote é muito dramaturgo! É dramaturgo desde pequenininho!
Mas relevemos o velho tirando uma da minha cara, porque isso é lugar-comum, e vamos ao fato raro. A quem se interessar, a peça Historietas Curtitas será na Biblioteca Municipal Professor Barreiros Filho, às 20h nos dias 3 e 4/7 e às 19h, no dia 5/7. O ingresso custará R$ 7,00, sem meia entrada (mas com esse preço, na moral, querer meia entrada é o cúmulo da sovinice, deixe de ser escroto!). Maiores informações podem ser conseguidas com o Roberth, o Marcelo ou o André. Telefones constam no site do Quatro Ventos, assim como fotos dos ensaios.
Ao todo, serão sete textos deste blog encenados pelos caras. Não direi quais, só para criar suspense e ser chato. Como cortesia, entretanto, segue um ensaio de um deles:
Vá ver a peça, se você puder, e me diga como foi, cazzo, porque eu moro longe pra caralho de Floripa!

Você quer dinheiro, porra.
Parabéns, dramaturgo!
nada como um jabá disfarçado de post “ai-ui-tô-nem-aí-pra-vocês-:p”.
adoooro!
olha, acho que você nunca me mandou a merda, até porque quase nunca comento acá.
senti-me lisonjeada. (k)