Forgotten my way home
Forgotten everything that I know
Everyday a false start, and it burns my heart
I know
Everything you said was right, and I suppose
Everything is here forever, ’till it goes
Senta que lá vem a história.
Forgotten my way home
Forgotten everything that I know
Everyday a false start, and it burns my heart
I know
Everything you said was right, and I suppose
Everything is here forever, ’till it goes
É curioso como a gente mantém uns hábitos desde a infância, sem se dar conta. Quando comecei a jogar videogames, em… sei lá… 1987, acho, ao ganhar meu primeiro Atari (na verdade um sucedâneo do Atari, uma plataforma 8bits de uma tal APPLE, mas que rodava os mesmos cartuchos), meu conhecimento de inglês inexistia. Logo, os jogos que não tinham títulos traduzidos eram lidos de forma literal, tipo RIVERRAIDE (depois, com uma correção de um dos meus primos, virou Riverreide, como falo até hoje). Frostbite não era “frostbáite”, mas “frostibite” mesmo, e por aí vai.
Com o tempo é claro que algumas coisas se resolveram. The Lucky Dime Keeper, por exemplo, um dos - poucos - jogos que tive pro Game Gear, eu chamava de “Deluqui dimiquépe”. Não perguntem de onde saiu isso. E, como muitos outros guris da minha idade na época, chamava os golpes de Street Fighter por nomes bizarros, tipo TÁIGUER-ROBOCOP, RALEQUIFUL e TRATRATRUGUEN, no lugar de Tiger Uppercut, Sonic Boom (se bem que eu não consigo ouvir o Guile falando Sonic Boom até hoje) e… bom, e tratratrugen. Os nomes dos personagens dos jogos também levavam seus petardos. Street Fighter, pra permanecer no exemplo, está cheio deles: Guile (em vez de “Gáiou”), Zanguiéfe (em vez de “Zanguif”), “Mister Bison”, e por aí vai.
O negócio é que mantenho alguns desses hábitos. Não existe o que me faça chamar usar a pronúncia correta com Mortal Kombat, R-Type ou Phantasy Star. Earthworm Jim, Resident Evil, Fallout e outros jogos que conheci depois de mais velho, com um nível de inglês significativamente mais avançado, chamo pelo nome correto, com a pronúncia adequada, mas Pitfall nunca vai ser chamado com um inglês remotamente parecido com o nativo, tampouco consigo pensar em Donkey Kong ou Sonic ou nos personagens de MK usando a pronúncia correta. Já foi difícil me acostumar a chamar Altered Beast corretamente! E fico imaginando se acontece só comigo, até ver meus amigos se referindo a California Games como “Jogos de Verão” ainda hoje. Tenho quase certeza, aliás, que a maioria dos jogadores que vêm dessa época pescotapearia amigos que chamassem F-Zero de “F-Zírou” ou acertassem a pronúncia do Fury de Fatal Fury.
É uma questão de hombridade, até. Podemos admitir que Tiger Uppercut mude de nome, mas Keystone Keapers será, eternamente, “Polícia e Ladrão do Atari”, e chamar o Guile pela pronúncia certa será sempre viadagem.
Então eu moro ao lado desse mercado (cujo nome não vou dizer pra não fazer merchandising de graça, porque sou um blogueiro com grande influência na meritocracia informal da internet, capaz de levar uma empresa de fundo de quintal a um lucro astronômico ou conduzir a Coca-Cola e o Mcdonalds à bancarrota. Megalomania, a gente vê por aqui.). Ao lado MESMO, não é liberdade poética, igual à utilizada pelo pessoal do Formule 1 da São João, alegando que o hotel fica “ao lado do metrô república”. Vai caminhar da estação até o hotel (ao lado, logo ali) carregando uma mala de 12 quilos, simpatia.
Ao lado fica o meu ovo esquerdo do ovo direito, isso, sim.
Mas então. Ao lado, como dizia, também fica o mercado. Desço do prédio, atravesso a pista, tô lá. Como se não bastasse, o troço funciona 24 horas. O que significa que se, às 4h18m da manhã, eu sentir vontade de comer um pacote de passatempo recheado tomando toddynho, cato aqui quaisquer cinco realidades, visto uma roupa - porque sou adepto do nudismo domiciliar, embora não possa praticá-lo tão livremente quanto gostaria -, vou lá e adquiro minha dose diária de alimentos de alta caloria e pouco valor nutricional.
Isso engorda e certamente fode minha saúde de alguma forma, mas quem precisa ser magro e viver pra sempre nos dias de hoje? Dois mil e doze tá aí e, apesar de no creer en brujas, vamos pela lógica de que si, las hay. Se não houver, dou um jeito depois. Ou morro, o que certamente vai acontecer um dia. Antes morrer cedo a me privar dessas pequenas satisfações. Imagine se um mundo cão desses merece de você, amigo, o sacrifício de largar seu passatempozinho com achocolatado, alimento padrão das madrugadas? Não merece, convenhamos.
Mas nem só de biscoito recheado e toddynho vive o homem. Ainda existem os miojos, os iogurtes, os isoporitos, as pizzas congeladas, os chocolates (e se você nunca comeu um lindt sozinho, de madrugada, assistindo corujão, repense essa vida cretina que vem levando), etc, etc, etc. De vez em quando passo até pela seção de hortifruti e, raridade das raridades, compro umas frutas. Existe vida fora dos industrializados, afinal.
É claro que nem tudo são flores e é claro que eu iria começar a reclamar em algum momento (e este momento é agora). Morar ao lado desse mercado tem seus reveses, como parece evidente. O maior deles, e que considerei bastante inusitado quando me dei conta de sua existência, é que na parte de trás do prédio onde o mercado se localiza há um galpão, ou coisa parecida, onde acontece o abastecimento da loja. Até aí tudo ok. O problema é que aos sábados sempre vem uma gritaria desse lugar que não tem explicação lógica. Aparentemente a empresa promove alguma atividade em grupo ali, e não sei ainda se é um torneio de queimada, vôlei, dominó, purrinha, truco ou um clube da luta.
Já pensei em perguntar aos funcionários, numa dessas madrugadas. Sutilmente, claro. Algo na linha de “Ei, que porra é aquela gritaria do caralho que ouço do meu apartamento todo sábado à tarde e, às vezes, até durante a semana, à noite, vinda do galpão de vocês?”. Mas se for um clube da luta acho que não vão me contar o que acontece, porque você não fala sobre o clube da luta e tal, a menos que queira o Tyler Durden nos seus calcanhares (e você não quer o Tyler Durden nos seus calcanhares, vai por mim).
Numa dessas madrugadas, por volta de uma da manhã, estive lá pra comprar pão, presunto e queijo, porque me bateu uma necessidade gestântica de comer um bom sanduíche. Peguei os protéicos na parte de frios e fui atrás do carboidrático na padaria. Chegando lá, pães de todos os tamanhos e tipos e marcas. Pão integral, pão com centeio, integral light, aveia light, sete grãos, multigrãos, pão de leite, pão de milho, pão de manteiga… pão com o caralho a quatro. Estavam todos lá, era praticamente a PãoCon 2010. Mas não havia pão de forma, daquele normal. Abordei o repositor da seção.
- Ô amigo, com licença. Tô procurando um negócio, mas não tô encontrando.
- Pois não, senhor?
- Não tem mais pão pra homem aqui?
- Pra homem?
- É. Pão de forma sem viadagem. Pra homem.
- O senhor quer dizer pão de forma puro?
- Isso. Pão pra homem, pô.
Ele observou as prateleiras por alguns instantes - coisa que eu já tinha feito e poderia fazer novamente, sem ajuda - e concluiu que não havia pão pra homem ali.
- Mas será que nem lá no seu estoque tem?
- Não, senhor. Os pães vêm direto pra cá.
- Mas que droga. Meu namorado só gosta desse.
Tive que voltar pra casa sem meu pão pra homem.
(E troquei o presunto e o queijo por um pacote de doritos)
Ah, e o mercado é um Pão de Açúcar. Já posso mencionar o nome, pois Tio Abílio acaba de me ligar informando que fez um depósito na minha conta pela menção. Chupa, Cardoso.
Em 1990, eu era um guri de 9 anos, sobrinho de uma moça que trabalhava na cabine de projeção de um cinema. Na época - que nem vai tão longe assim, convenhamos, são “só” 20 anos -, existiam cinemas na rua: salas que não ficavam dentro de shoppings, mas “soltas” no meio da cidade, entre outros comércios. As pessoas saíam pra ir ao cinema, não pra ir ao shopping ver um filme. Não que fosse melhor ou pior, só era uma experiência diferente, que não se tem mais (ao menos em Brasília), porque igrejas evangélicas - a Universal, em particular -, como se arrancassem jerusalém das mãos dos sarracenos, empreenderam uma cruzada pra comprar todas essas salas e transformá-las em centros de gritaria.
(O que esses crentes não entendem é que não adianta berrar, chorar, arrancar os cabelos, dar chilique e fazer escândalo: se deus existe, é suficientemente sábio para nos ignorar e parece levar tal política bem a sério. Não posso culpá-lo. Eu também não ia querer conversa com a galera que trucidou meu filho.)
Dentre as várias vantagens de ter uma tia que trabalhava num cinema, a maior delas era que eu podia ver o filme quantas vezes quisesse. Se você acha que seu filho, sobrinho, irmão ou primo pode passar dias diante de um DVD, imagine se esse pivete tivesse à disposição uma sala de cinema inteira, com pipoca, doces e o diabo a quatro na bomboniere; com o som do projetor; com as poltronas confortáveis; com a tela que é maior do que o mundo; com o som que te faz mergulhar no filme; com tudo, tudo mesmo, até lanterninha, essa raça em extinção. Eu tinha. E, se deixassem, moraria lá dentro.
Aliás, a censura não era levada a sério na época. Não existia isso de vetarem a entrada de crianças por causa de uma besteira como “classificação indicativa”. Se ocorria, de algum modo sempre passei incólume pela regra, desde antes de ser sobrinho da moça da sala de projeção. Sendo o tal sobrinho, nem preciso mencionar.
Então, numa certa tarde de 1990, depois do colégio, minha mãe precisou comparecer a algum compromisso e me deixou com a tia Yone, que me recebeu na porta do cinema e me levou até a sala, já escura, recomendando que me comportasse. Quando relaxei no encosto da cadeira e olhei para a telona, a cena que se desenrolava prendeu minha atenção de imediato. O que começou com uma velha atravessando a rua tornou-se um assalto, seguido por um assalto ao assaltante, passando, daí, para a cena de um bando de sujeitos roubando uma loja de armas e metralhando impiedosamente um carro da polícia que se aproximou para impedir.
Era Robocop 2.
Devo ter assistido o filme de ponta a ponta umas três vezes. E diversas vezes mais nos dias seguintes. E, vendo Robocop 2 hoje, é curioso como tudo aquilo fazia sentido na época, mas fica fora de contexto atualmente. Todo o clima cyberpunk, com a cidade dividida entre os criminosos - querendo ver o oco -, a grande corporação - topando ver o oco, desde que possa lucrar com isso - e a população no meio, tendo que conviver com as putas, os motoqueiros, os bêbados, mendigos e baderneiros, procurando ajuda do governo, que se omite porque é corrupto, decadente e vendido a preço baixo para os executivos da OCP. Havia toda uma sinceridade nos filmes futuristas da década de oitenta que não existe mais hoje.
Entendam o que chamo de sinceridade como essa projeção pessimista do futuro, com a criminalidade atingindo níveis impensáveis e tornando um inferno a vida do cidadão comum, enquanto alguns poucos, abençoados com as graças da corporação, levam uma vida de luxo e tranqüilidade. Não se vê mais essa abordagem. O conceito futurista que temos, hoje, é das pessoas se tornando mais e mais inúteis em um mundo controlado por máquinas, e só.
“Matrix”, “Eu, Robô”, “Surrogates”… todos esses filmes retratam a mesma idéia, cada um a seu modo: as pessoas serão dominadas no futuro de maneira a não pensar por si mesmas, apenas reproduzir o que lhes é imposto, seguir sem questionar. Essa ameaça à liberdade individual é tão subjetiva que não há um levante criminoso, ou seja, não existe “o submundo”. Há - e sempre deve haver, ou não teríamos filme - algum(s) membro(s) da sociedade que se opõe(m) à ordem estabelecida. Mas é ridicularizado, via de regra, ainda que tenha (e sempre tem) razão. Assim, a divisão social torna-se clara, perde-se a área cinzenta. De um lado as pessoas normais, em seu comportamento de rebanho. De outro, excluído, uma pessoa ou grupo de pessoas. Some aquele grupo meio marginal, meio mainstream, aquele povo levando a vida no limite entre as contravenções e a ordem, sendo tolerado pela polícia apenas porque a situação é tão caótica que não vale a pena perder tempo com eles.
É curioso pensar que não é o estágio tecnológico que conduz as previsões desse tipo, mas o momento social e político. Por isso é difícil apontar outra possibilidade de futuro sem ser considerado pessimista ou utópico, da mesma maneira que, acredito, era complicado para os teóricos dos anos 80 desenvolver uma possibilidade que não envolvesse altos índices de criminalidade, ou para alguém da década de 50 pensar no futuro sem imaginar desastres atômicos e mutações causadas pela radiação decorrente.
Ainda assim, a tecnologia tem sua parcela de “culpa” nessas idéias. Se não estivéssemos tão sujeitos às máquinas como estamos agora, seria mais fácil conceber uma realidade na qual travássemos uma guerra furiosa com elas - como em Exterminador do Futuro - do que uma na qual elas nos dominam sem dificuldade, como em Matrix. O fato é que cientistas já identificaram positivamente que, à medida em que nos acostumamos às novas tecnologias, nossas capacidades vão diminuindo. Uma pessoa que tem todos os telefones que precisa anotados em seu aparelho celular tem menor capacidade de memorização do que alguém que não dispunha de tal recurso, há 20 ou 30 anos atrás. À medida em que as novas gerações têm maior facilidade para operar e entender novos equipamentos, terão maior dificuldade para operar e entender maquinário obsoleto.
O que quero dizer é que aquele teu primo molecote pode ser capaz de compreender e utilizar o telefone celular mais avançado da atualidade com uma mão nas costas, mas bota esse pequeno pústula pra operar o tracking de um vídeo-cassete e vamos ver se ele se sai tão bem.
Mexer em um sistema operacional com interface gráfica é mole. Quantas linhas esse inseto consegue avançar em um MS-DOS, se precisar operar um prompt de comando?
Até meu pai consegue jogar Wii. Pede pro seu irmão de 12 anos descobrir qual é o objetivo no ET ou Superman do Atari.
(note que essa previsão de um futuro limpinho e organizado funciona se considerarmos que os roteiros dos filmes são escritos e pensados em países limpinhos e organizados, ok? um roteiro futurista que se passasse no Brasil, por exemplo, escrito por um brasileiro, seria completamente cyberpunk oitentista, dada a situação que vivemos por aqui)
Você que está aí, meu amigo, minha amiga, preocupado com as vicissitudes da vida; considerando, consternado, as injustiças que essa existência vagabunda e piranhete joga em cima de você; tentando entender por que as coisas são assim e imaginando o que fazer para que elas fossem diferentes; ansioso atrás das soluções para os problemas que lhe inquietam qual pregos n’alma, ouça minhas palavras:
Abra seu coração para Jesus, irmão. Abrace a mais falsa, fácil e cômoda explicação para todos os males. Adote o caminho hipócrita dos pseudo-cristãos que caminham entre nós. Seja mais um abilolado, fechando os olhos para as causas reais das coisas, acusando demônios e outras entidades indefinidas da mitologia moderna como os responsáveis pelas falhas humanas. Seu bolso será mais leve, sua consciência será aplacada de todos os pesos, sua vida tornar-se-á simples: seja escroto com as pessoas à vontade, peça perdão nos cultos e pronto. Aí está o seu salvo-conduto. O Nazareno te ama, mesmo você sendo um saco de merda.
Ou abrace o que você é (um saco de merda!), aceite que determinadas pessoas - quando não todas - nada mais merecem, senão as batatas, e tome para si o cargo de arauto da vontade universal. E daí se você não tem o livro da verdade? Ninguém poderá provar! Até que surja um volume encadernado na gráfica celeste, assinado pelo altíssimo em pessoa, com direito a dedicatória ao apóstolo Paulo, não haverá o que temer.
Ser escroto é saudável, meu rapaz. Pode não apaziguar a sua consciência, mas chutar no diafragma alguém que espera tudo de você, menos maus-tratos, é das sensações mais divertidas que existem. Não há maior demonstração de grandeza de espírito do que engrossar inesperadamente com as pessoas e passar o resto da vida agindo como se tivesse razão, mesmo não tendo. Retratação? É para os fracos. Amigos? Ter um milhão deles só vale a pena se cada um te der um real. Ou dez reais, pra quê pensar pequeno? Do contrário, pura perda de tempo. Corra atrás de dinheiro, é mais importante. Dinheiro há de te trazer todos os amigos que você precisar, todos eles bajuladores baratos, lambedores de ego, masturbadores da sua auto-estima. Do que mais uma pessoa precisa? Sinceridade? Oras. Sinceridade é contraproducente!
Minta! Minta descaradamente. Minta até mesmo sobre as coisas mais simples, mais triviais. Comprou um tênis preto? Diga que adquiriu um branco. Ou nenhum, que na verdade pagou mesmo foi por um par de mocassins. Vai sair e voltar cedo? Afirme que voltará tarde, diga para não te esperarem de pé. Brigue, ao retornar, porque todos estão acordados. Não interessa se são sete horas da noite, não aceite desculpas baratas! Minta, seja escroto, insista que tem razão.
Os cretinos contumazes são as pessoas mais admiradas, o mundo está cheio de exemplos disso. Aqueles que adotam o pesado fardo da justiça, da bondade, da generosidade, da humildade, aqueles que resolvem trabalhar suas qualidades e suprimir seus defeitos, a esses resta apenas o escárnio, o pouco-caso do homem comum, que, incapaz de escalar tais paredões, prefere apedrejar os que se aventuram a subi-lo a ser alvo de acenos de criaturas inatingíveis.
Ao ver, do alto da sua muralha de desumanidade, as pessoas comuns levando suas vidinhas comuns, faça o que qualquer criatura de bom-senso faria: cuspa. Isso servirá de incentivo para que todos sigam seu caminho, nem que seja para te alcançar e cobrir de porrada. Veja, então, como são amplas as possibilidades da vida e surpreendentes seus meandros: ao diminuir um suposto semelhante, é possível motivá-lo. O trauma constrói o caráter.
Os que não agüentarem, os que, alvejados por sua metralhadora de imprecações, vergarem como capim sob o vento, se deixarem abater, se tornarem deprimidos, tentarem se matar, não deixe que te façam sentir culpado. Pense em si mesmo como a entidade humana encarregada de aplicar o teste de seleção natural. Quem sobreviver é apto. Quem não sobreviver, não o é, e merece o destino que tiver, não interessa quão desagradável seja.
Patrick Street - Music for a Found Harmonium
De nada.
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