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Precisamos falar sobre esse livro

Passei o natal do ano passado aqui no Rio de Janeiro, com meu tio João Carlos, irmão mais novo do meu pai. Eu e meu tio não tivemos muito contato durante minha infância e adolescência - acho que nos vimos umas quatro vezes, se tanto -, mas, depois de adulto, nas poucas vezes em que nos encontramos, sempre tivemos muito assunto para conversar, sendo meu tio um leitor ávido, que sempre tem um livro a recomendar e vários para oferecer, como empréstimo ou presente. Foi ele quem me deu, em 2002, o que considero meu livro preferido, dentre todos os que já li.

De presente de natal ele me deu Precisamos Falar Sobre o Kevin, da Lionel Shriver, com o simpático comentário “um livro sobre um maluco, pra você se identificar”.

Bom, não me identifiquei com o livro, mas terminei de lê-lo hoje e ele merece ser comentado. A princípio, torci o nariz ligeiramente para o volume, e não foi por causa da foto inquietante do garoto usando uma máscara de lobo, lânguido, presente na capa. A orelha do livro (sim, sempre a orelha) descrevia a personagem central como uma “executiva bem-sucedida”, e considero que “executivo bem-sucedido” é um termo muito “novela da globo” para uma história que se pretende bem-embasada. Me aventurei pelas primeiras páginas, de todo modo.

O livro é feito em missivas. São longas e longas cartas que a personagem principal, Eva, escreve para seu marido ausente, Franklin, sobre o filho adolescente, cujo grande feito na vida foi entrar no colégio armado e fazer uma sessão Columbine com alguns colegas. No começo, acredito que durante uns 3 ou 4 capítulos - o que pode bem levar umas 40 ou 50 páginas, mais ou menos - Lionel Shriver tem pouco sucesso para andar com a história. Num esforço para desenvolver bem o relacionamento entre Eva e Franklin antes do nascimento do pequeno profeta do apocalipse que os dois haviam de gerar, assim como apresentar a situação atual de Eva, ostracizada após a descoberta do hobby socialmente mal-visto do filho, a autora dá diversas voltas sobre o mesmo ponto, por vezes transformando Eva numa mulherzinha particularmente detalhista e pretensiosa. Ela, em certo momento, descreve um jantar que preparou, e é uma informação que não têm, para o leitor, a menor relevância além do fato de dizer de forma meio insistente o que o resto do livro deixa claro de maneira menos antipática: estamos lidando com uma mulher muito fresca. Mas dou o braço a torcer: a faceta de “executiva bem-sucedida” de Eva fica mais palatável, saindo do campo da “vaguidão específica” e transformando-se em algo mais concreto e realista.

A partir do momento em que o garoto nasce, porém, a história começa a caminhar a passos mais e mais acelerados, e da metade para o final o livro passa sem que se perceba. Os momentos em que Eva e Kevin dialogam, já na prisão juvenil em que o garoto se encontra, são especialmente interessantes. Há uma tensão entre os dois - narrada sob a ótica da mãe, é claro, mas sem demonizar ou vitimizar qualquer um dos lados do embate - que requer bastante competência para ser construída e pode fazer muita gente que acha que tem “problema com os pais” se remexer na cadeira, inquieto.

Shriver foge do cliché de apontar um “abismo” entre a geração de Kevin e a de Eva e Franklin, deixando a grande discussão do livro a cargo da velha dúvida: o que molda o caráter de uma pessoa? O que transforma Kevin naquilo que ele é? Fugindo dos bodes expiatórios que o senso-comum tanto gosta de apontar (videogames, filmes violentos, rock, drogas, escolha o seu demônio), a autora levanta a possibilidade da maldade ser, como a facilidade para a música ou a aptidão para os esportes, um dom inato, sem, entretanto, eximir os pais de sua parcela de culpa em seja lá que tipo de sociopata eles geraram. E, apesar de sua crueza ao lidar com o tema, no capítulo final a autora tem para com a história uma indulgência que eu, sinceramente, considerei desnecessária.

A tradução (por conta de Beth Vieira e Vera Ribeiro) dá algumas derrapadas, como ao insistir no termo “bazófia” (tradução de mockery, acredito), ao falhar com algumas interrogações ou ao tentar trazer para o português certas expressões que, se não são inacessíveis em sentido, não podem ser usadas com o mesmo tom de voz e definitivamente não têm o mesmo impacto em uma conversa em pt-br como teriam num diálogo em inglês. São calombos insulúveis, no entanto, não se pode crucificá-las por eles.

E, apesar dessas pequenas falhas, o livro merece ser lido. Dei a ele 4 estrelas, de 5, no Skoob. Se não pelo estilo simples da autora, ao menos pela despretensão de trazer à baila uma questão importante, sem contudo tomar para si o árduo dever de respondê-la. Da mesma maneira que os videogames, os filmes violentos e a música pop não são os causadores da violência entre adolescentes, não é uma obra de ficção que tem a obrigação de solucioná-la. Se tentasse, a exemplo de Eva Katchadourian, acabaria soando pretensiosa.

E tem um filme sendo feito, com base no livro, previsto para sair em novembro deste ano. A mulher escalada para interpretar Eva e o guri que vai interpretar o Kevin parecem ter inspirado Lionel Shriver a detalhar a aparência física dos dois personagens, tamanha a semelhança. Mas o john C. Reilly como Franklin… aí não deu.

Dos meandros insondáveis

É o seguinte: se você estiver lendo este post, só há uma conclusão a tirar. A saber: você não é analfabeto.

Não, espera. Não era isso que eu ia dizer. Claro que “você não é analfabeto” é uma conclusão lógica, pois, se fosse, não estaria lendo este post. Mas aí entramos no campo das minúcias, daqueles detalhes aparentemente irrelevantes, mas que são cruciais para levar você, leitor, a ler este blog, este post, estas palavras, esta pessoa que escreve agora. São muitos detalhes, e se você resolver parar pra pensar em todos, pode ir à loucura. De verdade. As coisas acontecem sempre de forma tão encadeada, e a gente ignora de tal maneira esta seqüência (com trema, olha que simpático!) de acontecimentos, que, quando enumerados, quando dispostos em fila, quando mencionados, quando damos por eles, enfim, são tantos e tantos que chega a ser curioso que possamos ignorá-los com tamanha displicência.

Eu disse, por exemplo, que você só está lendo este post porque não é analfabeto. Ok, essa é fácil. Mas existe um segundo fator: você só está lendo ESTE post porque EU não sou analfabeto. E você também só o lê porque, além de ser alfabetizado, o foi em português, este tão vilipendiado e pouco falado idioma, a última flor do lácio, inculta e bela e agora cheia de idéias sem acentos. Camões remoer-se-ia no túmulo. Fica esta mesóclise em sua homenagem, meu (em breve) compatriota.

Mas voltando ao raciocínio anterior - se é que havia algum -, fomos ambos alfabetizados na língua portuguesa, cada um a seu tempo (o momento em que fomos alfabetizados, e isso lá é verdade, não faz diferença alguma, não é um daqueles detalhes cruciais mencionados nos parágrafos anteriores), e falarmos o mesmo idioma é o que permite que eu, munido da habilidade, do desejo e da falta de bom-senso que me move a fazer solilóquios dessa natureza, me comunique, ainda que de maneira capenga, com o senhor, ou a senhora, ou a senhorita, ou tu mesmo, sua bicha, que homem jovem a gente trata é assim, sem pompa nem circunstância.

Da mesma maneira, o que leva este texto a chegar até você vai ainda mais longe. Em primeiro lugar, você tem uma conexão com a internet. O que, se pararmos pra pensar, é uma coisa muito bacana. A gente trata a internet como algo garantido, como se sempre fosse estar aqui, ou como se sempre estivesse estado (estivesse estado é escroto, eu tentei pensar em outra estrutura pra essa sentença, mas admito, derrotado, que me escapou, oh, a incompetência redativa!). E, na realidade, todo esse universo peculiar feito de computadores interligados, que, por sua vez, interligam e separam pessoas com muito mais facilidade do que seria imaginável, é coisa até bem recente. De quinze anos pra cá, e olhe lá. O google tem apenas dez anos, e já nos perguntamos como diabo a vida era possível sem essa porcaria, antes.

Mas agora todo mundo tem internet. Todo mundo acessa o google, pesquisa a vida dos outros, entra no orkut, joga colheita feliz, faz perfil no facebook, dá like quando um desafeto toma um pé na bunda, entra na wikipedia, descobre que a capital da Austrália na verdade é Camberra, entra no IMDB, paga de cinéfilo conhecedor da carreira de todos os atores, enfim… hoje em dia tudo é muito mole, a vida é jogada no easy. E tudo isso por causa de 13 servidores principais que mantêm a internet rodando. Sim, você leu direitinho: existem 13 computadores principais, os responsáveis por manter esta conexão que permite que você, desocupado, perca seu tempo com esses 6 enormes parágrafos de baboseiras irrelevantes.

Mas não bastava só isso. Não bastava apenas você e eu sermos alfabetizados em português, você e eu termos conexão com a internet. Eu e você temos computadores, apetrechos de engenharia intrincada, cheios de circuitos miniaturizados, com processadores capazes de pensar mais rápido do que qualquer pessoa, que conseguem até mesmo ganhar de um russo no xadrez, que transformam zeros e uns em pornografia à sua disposição, a qualquer hora.

E ainda assim isso não é o mais importante! Existem milhões de pessoas, no mundo, que têm computadores. Bilhões, talvez. Destas, milhões - novamente: bilhões? - acessam a internet. Dentro desses milhões, alguns outros milhões são de pessoas alfabetizadas - praticantes ou não - em português. E ainda assim não são esses milhões que estão aqui. Não são milhares de pessoas lendo este blog. São, quando muito, cinqüenta pessoas (não acredito nos números fornecidos pelo facebook e pelo google reader). Estas cinqüenta pessoas chegaram aqui de alguma maneira. E esse é um grande mistério. Porque eu sei, e elas sabem, que elas têm um computador. Também compartilhamos o conhecimento de como entrar na internet e digitar a url desta página no navegador. Também lemos e escrevemos em português, isto é ponto pacífico.

Mas a verdade é que essas pessoas, essas cinqüenta pessoas, chegaram até aqui pelo google - e se não houvesse o google? -, pela indicação de um amigo - e se o amigo nunca tivesse nascido? -, via twitter - e se eu não tivesse mudado minha postura em relação àquilo? - ou sabe-se lá como. E, se bobear, nem se lembram como me alcançaram aqui, eu e meus resmungos inúteis, todas as minhas palavras irrelevantes, neste recôndito obscuro da internet.

Mas me alcançaram. E aqui estamos nós: eu escrevendo e você lendo. O que me leva a uma simples pergunta:

Tu não tem nada melhor pra fazer, não?

Dos informes

Em certas épocas, tudo o que escrevo, o que escrevi e mesmo a idéia de escrever se mostra, para mim, terrivelmente enfadonha. Não é bloqueio de escritor, pois escritor eu não sou. É mais um surto de autocrítica exasperada. É como um abrir de olhos abrupto, um cair em si repentino. Subitamente começo a achar que tudo o que já rabisquei neste blog - publicado ou não - é horroroso e repetitivo, que sou incapaz de escrever qualquer coisa nova, que tudo o que publicar será apenas mais do mesmo, redundâncias dispensáveis, sem inovação alguma, seja no assunto, na abordagem, no formato, no linguajar… Tenho a sensação de que não sou capaz de fazer nada que não seja totalmente dispensável. Exatamente por isso, não faço nada. Amasso e jogo fora as idéias antes que elas cheguem a tocar o papel. Me convenço de que escrever não é pra mim, não é para o que sou talhado, e vou fazer outras coisas. Todas as vezes em que isso acontece, acredito que será a última e que largarei essa atividade ingrata para o resto da vida. Em todas as vezes anteriores, justamente quando a indignação quanto à minha inaptidão arrefecia e dava lugar à placidez de quem aceita seu lugar e suas funções e desiste de morder mais do que pode mastigar, surgia a inspiração, aquela vagabunda, e, me pegando de sopetão pelo colarinho, me jogava aqui, de onde saía um texto com a sofreguidão de um grito abafado. Daí o blog ressurgia de suas cinzas e retomávamos o ritmo de antes - veloz, em sua era inicial, sazonal, após o segundo ou terceiro ano de vida. Fazia as pazes com minhas linhas porcas e voltava a garatujá-las com a mesma desfaçatez e falta de vergonha na cara de antes.

Estou num desses momentos iniciais, entretanto. Em que tudo o que penso em escrever já foi escrito por alguém melhor, com maior conhecimento de causa, com maior controle do vernáculo, com mais animação, com mais criatividade, com mais o que quer que seja. Daí o silêncio prolongado, que pode durar até amanhã ou daqui até o fim do universo - o que vier primeiro.

Tenham paciência e aguardem, ou abandonem este recinto. Para mim, como de costume, tanto faz como tanto fez. Um forte abraço.

Dos rompantes de genialidade I

Batman do futuro é um desenho que se passa no futuro (dã!), muitos anos depois de… bom, de agora, mas não o suficiente pro Bruce Wayne ter morrido. Ele só é bem velho e tem a cara do Clint Eastwood.

Daí tem esse episódio no qual o Terry McGinnis, que é o sujeito sob a roupa do Batman, tá investigando uma série de crimes que envolvem ataques de esquizofrenia. A pessoa começa a ouvir, dentro da cabeça, uma voz que dá ordens do tipo “Roube isso”, “Mate fulano”, etc. Acaba obedecendo, achando que é a voz da consciência ou coisa parecida, quando na verdade é um chip implantado pelo vilão, que permite que ele se comunique com a pessoa pelo ouvido interno.

(Eu sei que é um argumento raso, mas estamos falando aqui das histórias de um homem que anda pela cidade com colante e um morcego no peito, e os criminosos têm medo dessa pessoa. Medo, não pena. Medo. Argumento raso por argumento raso, fique com este.)

A situação toda dá merda quando o criminoso tenta usar esse truque com o Bruce Wayne, por qualquer razão. Wayne desvenda a situação, manda um “Pega, McGinnis”, o pau come, Batman prende o vilão, essas coisas. E aí, no final, lá estão Bruce Wayne e Terry Mcginnis conversando a respeito do caso, e o guri pergunta ao velho como ele soube que era um truque, não era a voz da cabeça dele.

Bruce Wayne sorri e diz “A voz ficava me chamando de Bruce. Não é assim que eu me chamo dentro da minha cabeça.”.

Essa fala do Bruce Wayne em Batman Beyond, SÓ essa, define o Batman melhor do que qualquer filme do morcego, melhor do que Ano Um e Cavaleiro das Trevas. Melhor do que qualquer coisa do Batman que você tenha lido.

Chupa, Frank Miller.

(Não vou tirar conclusão nenhuma sobre isso, só queria comentar e era grande demais pra falar no twitter. Tá aqui, então.)

The Puma Hard Chorus cantando Savage Garden

Quando colocam um bando de hooligans num bar, cantando uma das musiquinhas mais bichas da história da humanidade, você percebe que a internet cumpriu sua função.

Obrigado, internet. Pode desligar agora.

Top 5 Celebridades que deveriam pagar peitinho de uma vez:

(antes de entrar no assunto, uma curiosidade: TODO post que começa com TOP 5 no título, tem a fonte zoada no corpo do texto. Por que será?)

Peitos são como materiais radioativos, amigo: atraem atenção, podem salvar sua família ou destruí-la - se utilizados de forma irresponsável - e, mais importante, têm meia-vida. Os maiores, mais desenvoltos, mais imponentes são justamente os primeiros a cair, a murchar, a perder o vigor. Isso implica dizer que aqueles peitos fantásticos daquela guria de 18 anos, ainda que permaneçam notáveis 5 anos depois, terão apenas um mero resíduo de seu potencial original. Assim sendo, precisamos encostar na parede todas essas celebridades femininas que, ignorando o clamor das massas, escondem seus peitos de nós, enquanto eles perdem o viço. Vamos a elas:

5) Jennifer Love-Hewitt

Jennifer Love-Hewitt

Jennifer Love-Hewitt está longe de ser uma estrela de primeiro escalão de Hollywood. Famosa pela série de filmes Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado, Eu Ainda Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado, Eu Não Esqueci O Que Vocês Fizeram No Verão Passado, Tô Ligado Da Parada Lá Do Verão Passado e Foda-se O Verão Passado, Saporra Já Tem Uns Dez Anos, Bora Sentar No Boteco E Relembrar Os Velhos Tempos Tomando Uma Gelada?, a atriz caiu no esquecimento depois dessas porcarias. Ok, ela faz Ghost Whisperer, mas você conhece alguém que assista essa série? Nem eu. O que falta à moça pra subir na vida e conseguir um bom papel num filme de grande orçamento e com promessa de sucesso? Pagar peitão, oras.

Bora, Jennifer. Libera aí essas potestades!

4) Yvonne Strahovski

Yvonne Strahovski

Yvonne Strahovski (apelidada StraHOTski, por motivos óbvios) é uma loira que certamente ficaria gostosa até virada do avesso e faz par com o protagonista da série Chuck. Outra que eu não conheço ninguém que assista, mas gostaria de assistir, admito, e só não o faço porque sou muito enrolado e procrastinador. Enfim. Yvonne, essa maravilha de ascendência polonesa, tem toda essa pujança que, por pudor ou coisa que o valha, continua a esconder dos homens de bem. Falha que considero terrivelmente contraproducente.

3) Kaley Cuoco

Kaley Cuoco

Kaley Cuoco (que não é parente do Chico Cuoco, eu presumo) é a loira burra de The Big Bang Theory - aquela série que é bem legal, mas não chega aos pés de How I Met Your Mother. Ok, ela está no topo agora e aparentemente chegou lá sem precisar tirar o sutiã. Mas a verdade é que os peitos dessa moça, ainda com 25 anos, já mostram, em várias fotos, severos sinais de estar cedendo à gravidade. Apresse-se, mulher, e mostre-nos essas belezas, antes que a natureza cumpra seu papel e ninguém mais queira ver essas muchibas.

E se você acha que isso não acontece, pergunte à Gal Costa se alguém ainda se interessa em vê-la pelada.

2) Katy Perry

Katy Perry

Katy Perry, a irmã gata da Zooey Deschanel, é uma daquelas cantoras gostosonas que vale a pena você assistir um clipe, nunca ouvir o CD. Se puder ver o clipe no mute, com um Motley Crue tocando ao fundo, pode até imaginar que a moça está te servindo uma boa lap dance e ser mais feliz, porque essas atrocidades musicais que ela insiste em cometer grudam no cérebro com a competências das boas músicas ruins.

Ela anda muito em alta nos últimos tempos - em parte, acredito, por se recusar a mostrar o que todo mundo quer ver, embora viva insinuando. Sendo bem sincero, de todas as mulheres desse top 5, ela e a Yvonne são as únicas que eu acredito ainda terem peitos firmes. Ela vem à frente porque os dela são maiores e porque ela é morena (e morenas são melhores do que loiras). Isso a torna mais gostosa que a Strahotski. Desculpe, polonesa, mas é verdade.

Bora, Katy, liberte seu(s) potencial(is)!

A próxima você JÁ SABE quem é, amigo, não se faça de rogado:

1) Scarlett Johansson

Scarlett Johansson

A (agora) eterna Viúva Negra e atual queridinha de Woody Allen, Scarlett Johansson vem mantendo a expectativa de nos apresentar sua PUJANÇA há anos. Metida a intelectual, curte trabalhar em uns “filmes de arte”, onde TODO MUNDO aparece pelado, menos ela. Posição meio reacionária pra alguém que se mostra tão dedicada ao trabalho de atriz. Desde que Brittany Murphy partiu pro mundo das trevas, ando preocupado com a recusa dessa moça em nos deixar conhecê-la melhor. Seria uma pena se algo acontecesse e nos privasse desses peitos pro resto da vida. Vamos lá, Scarlett, deixe-nos algo que possamos mostrar às próximas gerações! Nos dê algo que faça valer sua conversa pretensiosa e a atrocidade que você fez com as músicas do Pete Yorn!

Não queremos que você bote pra fora o que te vai na alma. O que está no seu sutiã é suficiente.

HORS CONCOURS:

Esqueci (mea maxima culpa) de incluir a Christina Hendricks nesse Top 5. Mas oras, seria maldade com as outras competidoras. Ela tem méritos tão grandes que ganharia com folga.

Christina Hendricks