O trecho a seguir, retirado do segundo volume do livro Musashi, de Eiji Yoshikawa (pg. 1719), traduz muito bem, ainda que superficialmente, minha idéia sobre “talento”:
“- Não acho que Musashi-sama seja limitado.
- Mas também não nasceu com o dom. Nada nele lembra a displicência do gênio que confia cegamente em seu talento. Mestre Musashi sabe que é homem comum e por isso se empenha incessantemente em polir suas habilidades. A agonia por que passa nesse processo só ele sabe. E quando, em determinado momento, essa habilidade alcançada com tanto custo explode em cores, o povo logo diz que a pessoa tem aptidão natural. Aliás, é a desculpa que os indolentes dão para justificar a própria incapacidade.”

Pior, ou melhor, é que é verdade. Não duvido de talento enquanto afinidade por/com alguam atividade. Mas que é preciso lutar para ‘explodir em cores’ ah… é preciso. E muito!
É, traduz bem a idéia q eu tenho sobre esse assunto.Eu mesmo já levei por causa disso:todo mundo q fala comigo se culpa por eu ser CDF e eles não conseguirem estudar.Minha resposta é exatamente essa que você postou, só q em outras palavrs, claro.
Até.
sensacional!
Deu até vontade de ler Musashi de novo. :)
Faltam menos de 100 páginas pra eu terminar o segundo volume. Tô lendo bem devagar, que é pra não acabar logo.
:/
Eu não consigo ler Musashi devagar.
Já li 5 vezes e em todas elas eu me empolguei tanto que, quando notei, já havia acabado.
Mas um dia eu consigo.
UAU!
Eu sei.
Sei do caso de vocês também.
Outros homens, pode. O que não pode são outras mulheres. :-P
É o preço a ser pago pra ficar com quem a gente ama.
Escuta, (ou leia, sei lá)te convidei pra participar daquela bagaça das promessas de 2007.Os detalhes tão lá no blog.
Até.