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Males do MSN

Acho que meu msn antigo tinha uns… hm…. cinqüenta e poucos contatos. Não tenho certeza, mas era alguma coisa por aí. O que começou a me incomodar não foi o número de pessoas na minha lista, mas a quantidade de gente fora dela que tinha meu endereço adicionado. Nunca gostei de ser abordado por quem eu não conheço, daí percebi que, pra me livrar desse problema, teria que trocar o login.

Troquei.

Minha lista, agora, tem umas 48 pessoas. Dessas, umas 20 quase nunca se conectam. Compreendo que isso acontece porque devem ter outros afazeres ou simplesmente porque não querem entrar na internet. Cada um, cada um.

Do restante, uns 8 ou 9 que sempre ficam online. O resto só entra como “ocupado”, “ausente”, “em horário de almoço”, “volto logo” ou “ao telefone”.

Sigo o princípio de não falar com quem não está online, porque poucas coisas me deixam mais constrangido do que incomodar os outros. Por lógica, nunca falo com essa gente. Aí eu pergunto: com que finalidade vou manter, na minha lista de contatos, gente com quem eu NUNCA tenho contato?

Pois é. Não tem por que manter.

Então já vou avisando: vou limpar o MSN e deletar umas boas 15 pessoas dessas que sempre estão em status não disponíveis. Também vou mandar `s favas aqueles que estão aqui há mais de um mês e com quem eu nunca falei. Se não tá a fim de conversar, me adicionou ` sua merda de msn por quê?

Não tenho paciência com gente quantitativa.

Por fim, um aviso: quando mudei de login, enviei um e-mail pra quase toda minha lista anterior avisando da mudança. Alguns não me adicionaram, outros, sim. Presumi que quem não pegou o endereço novo não o fez porque não quis, embora alguns tenham reclamado que a mensagem não chegou. Diante disso, tenho dois pontos a ressaltar:

1 - Não é culpa minha se você não verifica sua caixa de e-mails regularmente (inclusive a pasta de spans, já que muita coisa que é mandada pra uma lista de e-mails costuma parar lá)
2 - Lá se vão QUATRO MESES E UM DIA desde que eu mudei meu MSN. Se você não fez a menor questão de adicioná-lo durante todo esse período, não vem choramingar no meu ouvido, ok?

Meus “grandes amigos” sabem muito bem como me encontrar. Têm meu e-mail, meu telefone, poderiam ter deixado uma mensagem aqui no blog ou um scrap no orkut… boa parte de vocês não moveu uma palha pra manter contato, então, na boa, vão tomar no meio do cu.

De todos os que recebiam de mim o status de amigos, só restaram uns 2 ou 3.
Os outros eu quero mais é que se fodam. Já não temos mais nenhum contato e espero continuar assim.

Momento Viadagem

- Viadagem, né?

Minha nêga! border=

Já contei aqui a história de como conheci o Marco, não vou ficar me repetindo.

- Se repetindo, né?

O negócio é que o sujeito - que considero um amigo de eras, um irmão por seleção - vai lançar um livro e eu não vou estar lá pra lhe dar um abraço, afagar sua careca, apalpar sua bunda e chamá-lo de bicha por sorrir feito criança em loja de doces (é assim que ele fica perto de quem gosta).

- Perto de quem ele gosta, né?

Ao constatar isso, fiquei triste. Queria poder comparecer a outro dos seus momentos de felicidade. Mas outros virão, indubitavelmente, e estarei lá para aplicar-lhe um pula-pirata em determinado momento de distração.

- Momento de distração, né?

Saudades do cara mais homoafetivo que eu conheço.
Vê se guarda um pouco dessa bunda pra mim. Não dê tudo pros Capanemas e pro Daniel Lima.

- Capanemas e Daniel Lima, né?

Parabéns, seu arrombado!

- Seu arrombado, né?

Política de Privacidade

Não gosto de pessoas, e não é de hoje. Não sou um misantropo, um eremita, um anti-social, nada disso. Detesto inclusive quem carrega no peito esse tipo de título, diga-se de passagem.

O fato é que eu não tenho muita paciência com as pessoas e suas características. Nem com as minhas esquisitices eu sou tolerante, por que diabos seria diferente com as alheias? Minha posição de isolamento não é por antipatia. Passo longe de ser um cara antipático, a despeito do que possa pensar e dizer a grande maioria dos leitores e ex-leitores desse blog. O que me move é pura chatice. Eu SEI tratar bem as pessoas, quando não me sinto tentado a agir em contrário, ou não teria por aí tanta gente achando que é meu amigo. Mas saber tratar bem quem vem falar comigo não significa que eu queira fazê-lo, e é aí que reside toda a questão. Não quero tratar ninguém bem pela internet ultimamente.

Ando cansado de gente cibernética, inclusive dos meus supostos “amigos” (com direito a aspas e teor cínico). Entretanto, por influência da Consciência Cósmica Universal ou qualquer baboseira dessas, é exatamente nessas fases - quando não quero ver pessoas nem pintadas de ouro - que me aparece um monte de gente que eu não conheço querendo falar comigo sabe-se lá o quê. Por isso a necessidade de escrever isso aqui para todos os poucos que ainda lêem essa página:

Não faz diferença quem você é, quão interessante você se acha ou o que você tenha a dizer. Eu não me interesso em saber, não me diz respeito e eu quero mais é que você vá se lascar. Parafraseando o saudoso Double: “Não vim aqui pra fazer amigos”. De “amigos” de internet eu já tô cheio. Preciso é me livrar de alguns, a bem da verdade.

Espero que a mensagem tenha ficado suficientemente clara.

É pica, é pica… ok, deu pra entender.

Sempre tem um babaca pra azucrinar o pobre aniversariante cantando parabéns. E sempre tem um mais babaca ainda, que azucrina o próprio parabéns. E sempre tem alguém cuja babaquice poderia ser expressa por alguma fórmula matemática que eu não tenho paciência pra criar, mas cujo resultado seria que ele é tão babaca, mas tão babaca, que tende ao infinito, enfim, sempre tem alguém babaca ao infinito que torna o parabéns uma coisa interminável, constrangendo o pobre aniversariante até o limite do suportável.

Meu aniversário não foi diferente, é claro, mas todos os babacas presentes são meus amigos do coração, gente de quem eu gosto de verdade, e a farra foi uma maravilha. Felizmente ninguém tinha uma câmera, então vocês não terão a chance de me ver vermelho feito carne de salmão no momento em que a Nilma, aquela monstra, surgiu com uma indumentária um tanto… ehr… heterodoxa, me omilhando publicamente no meio da Domino’s.

Compareceram (quase) todos os meus amigos de Brasília. Marcim - que trabalhou comigo no ninho de cobras que era FNDE, e que, como nem tudo está perdido, sempre me ajudou quando eu precisei -, Gizelli - que ainda não me mandou a foto, mas tudo bem, tudo bem, eu espero - e seu (dela) namorado, Gabriel - que eu conheço pouco, mas que também coleciona Homem-Aranha há eras, desde que os roteiristas e as histórias prestavam, então temos assunto pra horas e horas de conversa ininterrupta -, Hikarão - que já me deu auxílios tremendamente providenciais, principalmente quando tive problemas com layouts e coisas assim - e seu (dela também) namorado Marcelo - que compareceu, apesar do dia -, Rafael - uma vez cabeludo, sempre cabeludo, cabeludo! -, Renato - o terror das menininhas de 14 anos -, Cinara - meninos têm pênis, meninas têm vaginas, é de onde partem todas as piadas de duplo sentido -, Cadu - nem pra comprar um Sucrilhos com Sbummer, vou te contar, mas os Cup Noodles compensaram a falha -, Fodriks - meu melhor amigo, vou falar o quê? -, André - empolgado com a probabilidade da gente ir à festa anos 80 da Biologia da UnB vestidos de Village People -, Cecília e Gil - meus amarelos de estimação -, Nilma - Fulano Emoções -, Rogério - se joga, bicha! - e, óbvio, a patroa - e o epíteto dela digo só pra ela, morda-se de curiosidade. Até minha mãe, minha vó e meu irmão vieram!!!

Marco Aurélio não pôde vir, mas me ligou. E fiquei feliz pra caralho com isso. Beijos na bunda, Marcão! Apolônio também não pôde vir, mas veio à minha casa no dia anterior e tomamos um milk shake de ovomaltine, como um bom casal gay. Valeuzão, Popô. A Érica também não veio, mas me mandou, de presente, uma caixinha com as sensacionais trufas que prepara - e que eu propagandearia por aqui, se tivesse algum telefone ou endereço dela que pudesse passar para vocês -, com direito a um cartãozinho bem bonitinho e um clip de papel com um caracol - adorei aquilo =).

Daniel Lima, Ligeirinho, Thiago Fialho, Tarcila e Teca deixaram comentários. Lívia, Bel, moskito, Rafael Capanema, abossal e mais alguns amigos vieram ao meu ICQ ou ao msn me desejar parabéns. Outros me mandaram e-mails.

Já falei: não tenho nada que ser parabenizado. A única coisa pela qual mereço congratulações é por ter feito tão bons amigos e, mais importante, por conseguir mantê-los por perto.

Beijos nas nádegas de todos vocês, queridões.

20 de julho, o dia do amigo

Daqui a dois dias comemora-se o Dia Internacional do Amigo. Embora aqui no Brasil a data esteja relegada a segundo plano - o que é compreensível, dentre tantos feriados já existentes no calendário do país -, em países vizinhos, como o Paraguai, é motivo de comemoração tão capitalista quanto o Dia dos Namorados. Aparentemente nossos vizinhos sabem dar valor ao que é realmente importante em detrimento do que é passageiro.

Vinte de julho também é meu aniversário. Constatação que faço, surpreendentemente, sem qualquer rancor ou amargura. Não adianta lutar contra a realidade de que terei que me aturar diariamente durante os próximos anos, até que alguma coisa ou alguém dê cabo da minha vida. Nos anos anteriores, minha visão sobre mim mesmo era de crítica, desprezo. Este ano é mais de… condescendência. Não sinto a velha vontade de chutar com força o pobre do Pedro Nunes, mas de tirar o garoto da toca e deixá-lo seguir a vida adiante. Acho que está precisando pegar um pouco de sol, afinal.

Então vou, depois de 13 aniversários passados no isolamento, me reunir com amigos na terça-feira, dia 20. Vamos ` Domino’s Pizza da 504 norte, `s 18:30, e depois vamos comer um crepe (o meu sairá de graça, já que serei aniversariante). Não vamos comemorar aniversário algum, pois isso não tem nada que ser festejado. Vamos, sim, nos reunir em nome do dia do amigo.

Seria bacana se meus amigos que não foram convidados pelo telefone e que estão lendo isso aparecessem.

Espero vocês por lá. =)

Divagações

(Um post sem sentido, sem pé nem cabeça, sem cabimento, sem sustentabilidade ética, sem envergadura moral, sem métrica e sem rima)

É sério, não espere que esse texto faça algum sentido, já que ele provavelmente será um monte de pensamentos que tenho enquanto frito na cama, em meio a elucubrações insones. Eu avisei.

É um negócio que eu nunca entendi, esses sujeitos que têm ciúmes das irmãs, primas, filhas ou outras parentes do sexo feminino. Quero dizer, qual é a do cara? Ele não vai comer a irmã dele, oras, então por que a gente não pode? Sem contar que um filho da puta desses provavelmente come a irmã alheia, e duvido que sinta um pingo de remorso por isso. O negócio é colocar a parente na roda, já que também tá a fim de se servir das consagüíneas dos outros. É o mínimo de bom-senso.

Thiago Capanema é assim. Tem umas primas gostosas, umas irmãs idem (aliás, a família Capanema sabe fazer mulher bonita, justiça seja feita), mas vai elogiar, pra ver. O cara fica todo afetadinho. “Filho da puta, respeita minha prima/irmã”, e coisa e tal, é o que sempre diz. Não é questão de ser desrespeitoso, é questão de constatar um fato: a guria é gostosa, bonita, atraente, chame como quiser. Vamos fingir que não? Se elogiar a beleza da mina é desrespeito, o que eu devia dizer, então? “Caralho, mó canhão a tia ali, heim? Mermão, pediu pra ser feia no vale do eco, valha-me deus!”? Bah. Mentir não é comigo, sinto muito.

Não sou nada ciumento com minha irmã, inclusive acredito que é uma puta sacanagem minha mãe tê-la levado pra’quele esquema de “côrte” lá da religião delas. Negócio mais século três, fala sério. A guria vai casar virgem. Diz: tem coisa pior que isso? Pra escolher um parceiro pra vida inteira é necessário que tenhamos alguns padrões pré-estabelecidos de julgamento, inclusive sexuais. Se você só trepar com uma pessoa a vida toda, como vai saber se aquilo é sexo bom ou ruim? Pois é, não vai.

Casar virgem é levar pra casa um sapato sem experimentar: se ficar largo ou apertado demais é aquela dor-de-cabeça pra trocar. Lamentável.

Aliás, minha irmã tá com 14 anos! Quatorze! Ou catorze? (Lembrei daquela piada idiota: 7+8 é quatorze ou catorze? É quinze! Rá rá rá!) Enfim. Faz 15 em agosto. E eu ainda me lembro dela pequenininha, com uns 7 anos, em Maceió, enchendo o saco da minha mãe pra, fazendo jus aos seus direitos de mãe, torrar minhas bagas pra levar a Bárbara de bicicleta pro colégio. E lá se vão 7 anos. A certeza de que venho ficando mais velho a cada dia que passa provavelmente é o que vem me mantendo acordado de madrugada todas essas noites.

Mas há alguma vantagem nisso tudo, claro que há. Acho que venho ficando mais suave com o tempo (Número 1 no Top 10 Frases Mais Gays Que Eu Já Escrevi Neste Blog), e isso muito me alegra (Número 2 no mesmo ranking já citado).

Escrevi, tempos atrás, sobre as (des)vantagens de expor de forma contundente opiniões que fossem de encontro às idéias da maioria. Muita gente entendeu errado a idéia do texto, como se eu estivesse dizendo que ter idéias próprias não é legal ou coisa assim. Nunca diria uma asneira de tal tamanho. O que eu quis dizer (e continuo dizendo) é que o ideal é pesar suas palavras e expor seus pensamentos de forma respeitosa, sem tratar como asnos aqueles que pensam diferente (até porque um dia você pode vir a mudar de idéia, acredite, essas coisas acontecem), ser menos bruto (ui!), mais respeitoso. Mais carinhoso, até, com esses pobres mortais incapazes de enxergar as verdades universais que se abrem diante dos seus olhos como tulipas sob as primeiras gotas de orvalho da primavera (Número 3 no ranking já duas vezes citado no parágrafo superior).

A intenção disso é ofender o menor número possível de pessoas e trazer para seu redor gente que te admire. Se não pela sua forma de pensar, pelo menos pela maneira de expor o que pensa. Não, nada de “criar fãs”, que isso é coisa de babaca. Criar amizades, em vez de inimizades, eu diria. Óbvio que é impossível agradar a persas e espartanos, já que sempre vai existir alguém que se ofenda com qualquer bobagem, mas quanto menos calosidades no seu círculo de conhecidos, melhor.

Aí fico vendo esses caras que - como eu já fiz - destrincham verdades-para-si em blogs, fóruns, listas de discussão, onde-quer-que-seja, e afirmam que as pessoas não gostam deles porque eles “têm coragem de dizer o que todo mundo pensa mas não tem colhão pra falar”. Velho, todo mundo tem colhão pra dizer qualquer coisa pela internet. Não precisa ser macho pra xingar meio mundo quando a chance de sofrer algum dano REAL é próxima de zero. Mas algumas pessoas têm bom-senso suficiente pra não entrar em discussões intermináveis e trocas de ofensas gratuitas. Outras, não.

E, vou te dizer, eu viro um escritor compulsivo - que só fala merda - quando não consigo dormir. Tsc.

Ando pensando em criar um blog só falando de jogos de videogame. Com dicas, detonados, coisas assim. Mas nada discutindo games novos, de ps2, xbox e outras plataformas de playboy, tá ligado, mano? Quero falar de umas paradas mais antigas, de Super Nintendo, de computador, de Game Boy Advance…

- Aí, Game Boy Advance é novo, véio!

É, eu sei, mas o negócio é que jogo de GBA eu posso pegar ROM na interneta e rodar no emulador aqui no pc. X-Box eu nunca nem vi um pessoalmente, porra! Não é nada ideológico, isso de não querer jogos novos. É só falta de grana mesmo. Enfim. Continuando. Tô a fim de criar esse blog, mas não tenho “as moral” (saca o português de periferia) de tocar um treco desses adiante sozinho, porque me conheço e sei que vou abandonar o esquema. Preciso de alguém pra tapar meus buracos (número 1, tomando o lugar daquela outra frase, no ranking ao qual já tô ficando cansado de me referir nesse texto), pra trabalhar enquanto eu não faço nada. Pra ser escravo, em suma. Quanto mais gente, melhor. Principalmente se tiver quem manje de design, pra fazer um visual bacaninha.com.br pro nosso bloguinho. Possíveis candidatos, favor mandar um emelho.

E depois de um texto agregando tantas idéias diferentes sob o mesmo teto, sem distinção entre elas, tratando-as como iguais, diante de deus e da justiça humana, provavelmente ficarei uma semana sem escrever nada, dada minha parca inspiração.

Parca, e não paca, sua marmota.




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