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Matrix preloaded

Blog diferente, mesmo autor, mesma chatic… deu pra entender.

Bem-vindos, bárbaros.

A partir de agora, quando quiserem se sujeitar aos meus absurdos, é melhor esquecerem aquele endereço do blogspot. Aquilo lá foi desativado pela polícia federal, pelo centro de zoonoses, pela defesa sanitária, por qualquer órgão que você quiser citar. Na verdade, foi desativado por mim mesmo, quando resolvi aceitar a sugestão do Jaime e trazer este mísero blog pra um servidor próprio, apenas para dar a ele um ar - ainda que falso - de coisa importante.

Embora pareçam drásticas, as mudanças aqui não são tão grandes. Mesma pessoa escrevendo, mesmas pessoas lendo. Isso, acho eu, é o mais importante. O resto é supérfluo. Mas, entre essas superficialidades, algumas são divertidas. Pra começo de conversa, ficou muito mais fácil encontrar, na gigantesca pilha de porcarias já publicadas nessa baiúca, algum trecho em particular. Aquela barra de pesquisa ali em cima funciona e funciona bem, então não tenha medo de usar. As páginas de arquivos deixaram de ser enormes blocos gigantescos acumulando todos os textos para se tornarem links simples indicando cada um dos títulos. O que também acaba facilitando a vida de quem estiver procurando por algo em particular.

Quem ainda achar que o melhor é navegar por páginas cheias de textos pode se contentar com os marcadores, com os arquivos aqui do lado direito. Ou pode descer até o pé da página e clicar no link que tem lá, onde se lê “textos anteriores”. Qualquer que seja o rumo tomado, é possível passar por tudo o que já foi dito aqui, inclusive comentários.

Por falar em comentários, agora eles abrem na mesma janela dos textos. Não posso dizer que isso me deixa feliz, prefiro tê-los em uma janela separada. Mas apenas por enquanto, só até que eu aprenda a mexer direito nas configurações desse troço, esse pequeno detalhe não vai matar ninguém. Os links também abrem na mesma janela, aliás, então lembrem-se que o shift serve pra isso.

Acredito que o rss também não esteja muito bem configurado, mas, quanto a isso, não me preocupo: por mim, o blog nem teria esse troço. E, mais importante, sou contra quem usa essa porcaria. Não vejo justificativa alguma pra feeds e aquela conversinha de “ler os blogs pelos feeds me ajuda a poupar tempo” é balela da grossa. Quem está tão preocupado assim com o uso do tempo sequer deveria ler blogs. No blogspot eu fazia questão de enviar apenas o começo dos textos para o atom.xml só para forçar os usuários do google reader, bloglines e semelhantes a visitar a página para concluir a leitura.

Esses são os únicos leitores cuja vida eu faço questão de azucrinar. Só por esporte.

Enfim. Com o tempo todos esses detalhes a serem arrumados serão resolvidos, não se preocupem. O trabalho grosso já foi feito.

Alguns detalhes também não foram inseridos (ainda), porque estou imaginando uma maneira de colocá-los aqui sem superlotar (mais) a barra lateral. Como o meebo, por exemplo, e alguma informação sobre o viking que escreve aqui (esse sou eu). As informações sobre mim, entretanto, são dispensáveis. Creio que vocês não querem saber e, ainda que queiram, eu não quero compartilhar. Cada uma dessas coisas virá no tempo certo.

Por fim, como se isso aqui fosse uma maldita cerimônia do oscar, acho justo que o texto termine com um parágrafo de agradecimentos:

Obrigado ao Jot, que teve paciência pra me ajudar com um detalhe particularmente pentelho no css do blog e, mais importante, obrigado ao Jaime por sua paciência monástica, durante duas semanas, para comigo e com minhas perguntas, reclamações, sugestões e comentários estúpidos.

Agora chega dessa porra e vamos ao que interessa.

Sintam a realidade se contorcendo e estrebuchando!

É o seguinte, cabeças: farei agora algo que raramente faço. Aliás, algo que NUNCA fiz, ou pelo menos não me lembro de ter feito. Vou pedir a opinião sincera de vocês e realmente levar em consideração a escolha da maioria na hora de tomar a minha decisão do que fazer em relação a esse blog.

Não é nada muito importante, mas também não deixa de ser. A questão que vem me incomodando atualmente é a seguinte: o blogger, de alguns anos pra cá, desenvolveu uma série de funcionalidades que podem simplificar bastante a vida dos leitores ao navegar numa página. É possível classificar os textos por marcadores, de modo que você só leia os que tratam do assunto que te interessa, a organização dos menus laterais ficou completamente ridícula, podendo ser arrumada numa tela onde tudo o que você precisa fazer é arrastar e soltar os menus, enfim.

Até um macaco bem treinado consegue deixar o blog mais “navegável”. Eu não sou exceção.

Mas aí esbarramos num problema simples. Pra poder fazer uso de toda essa organização, a fim de simplificar a vida de quem lê essa parada e coisa e tal, eu teria que modificar o template pra uma versão padrão do blogger. E é onde reside minha dúvida: devo ou não abrir mão da aparência “personalizada” do utops por algumas funcionalidades extras? E é essa a pergunta que deixo pra vocês. Ser prático ou ser único? Deixar esse template tosquíssimo, mas que é só meu, ou colocar um igual ao de muitos outros blogs por aí, mas muito mais fácil de navegar entre textos e marcadores? Sinceramente, devo estar com algum problema, porque tenho pensado seriamente que seria mais cômodo pra vocês. Oras, vocês são uns vermes e nunca me incomodou a idéia de ser difícil ou não navegar no meu blog. Pois eis que me pego aqui, pensando que talvez seria um gesto bacana da minha parte simplificar vossas vidas.

Pois aqui estou eu, vermes, levando-os em consideração. Isso só pode ser efeito de alguma mensagem subliminar ou coisa que o valha.

Então fica a pergunta pra vocês. Respondam nos comentários ou por emelho, faz favor. Ainda que você nunca tenha comentado, dê sua maldita opinião apenas dessa vez, seu stalker silencioso do caralho. Não vai te matar clicar aí no link do yaccs e escrever o que você acha. Aproveite esse evento raríssimo e sem precedentes, esse fenômeno acontecendo diante dos seus olhos: eu estou realmente interessado no que você pensa. Não perca a chance de se manifestar.

Aguardo a colaboração.

Meebo

Vi esse treco lá no Vanitas e achei uma idéia interessante. Tão interessante que coloquei um ali na lateral do blog. Bem aqui, ó, do lado esquerdo desse texto. Viu? Então.

O meebo é um sistema online de mensagens instantâneas. Por ele você acessa MSN, ICQ, AIM, Google Talk, Yahoo!Messenger e Jabber. Além de poder adicionar essa janela no blog, que te permite enviar e receber mensagens de quem estiver na sua página. É uma mão na roda pra gente pouco sociável, como eu, não ter que aturar desconhecidos surgindo no msn sem aviso prévio. Também ajuda os leitores folgados, que quando querem fazer uma pergunta adicionam logo ao msn, em vez de mandar um e-mail.

Se estiver escrito “ElNunes is online”, pode me chamar por ali e eu prometo que tentarei responder em tempo hábil, a menos que esteja ocupado com coisas mais importantes.

Lógico que você também pode usar pra coisas menos ortodoxas, como puxar o meu saco ou xingar membros da minha família, mas os senhores são todos muito educados e dotados de bom-senso, estou certo que resistirão bravamente a esses impulsos vandálicos.

Na verdade, a grande graça do negócio é sempre saber quando tem alguém com seu site aberto. No momento em que escrevo esse post, a única pessoa presente no blog sou eu, salvo um ou outro visitante que aparece, passa trinta segundos e sai. Devem ser aqueles anormais que chegam aqui procurando absurdos no google.

Difícil é resistir à tentação de mandar mensagens alarmantes, como “ATENÇÃO! SEU COMPUTADOR IRÁ DESLIGAR AUTOMATICAMENTE EM 10 SEGUNDOS…”, só pra assustar os desavisados.

Utilidade Púbica

Amigos e irmãos!
Jagshemash!
Namastê!
Paz e luz!

Há alguns dias escrevi um post reclamando da impossibilidade de editar os textos mais antigos publicados nessa pocilga. Algumas pessoas me enviaram e-mails e mensagens no orkut, informando sobre um “macete” pra driblar esse problema, mas infelizmente só funciona se você usa um layout pré-pronto do blogger. A manha é habilitar, nas definições do seu blog, dentro da aba “Básico”, a opção “Mostrar edição rápida em seu blog?“. Daí tudo o que você tem a fazer é caçar o post a ser modificado, clicar no “lapinho” (termo cunhado boiolisticamente pelo Branco Leone) e mandar ver.

O negócio é que eu uso esse layout que, apesar de feio, é meu. E, como bom pai coruja - mais importante: como uebidezáiner incompetente - que sou, me orgulho dele, ainda que seja tosco.

Fuçando na ajuda do blogger hoje, pra descobrir como resolver um problema que muito me irritou na última tentativa de escrever um post para o Meia-Lua + Soco, encontrei um tópico interessante: Problemas Conhecidos.

E me deparei com esse texto por lá:

“Na página Editar postagens, você só pode exibir as 300 postagens mais recentes de um blog. Até que esse problema seja solucionado, você pode acrescentar &selNumPosts=XXX ao final do URL, onde XXX representa o número de postagens que você gostaria de exibir. Observe, no entanto, que você sempre pode localizar postagens antigas para edição usando o recurso de pesquisa da página Editar postagens ou os links de edição rápida dos arquivos.”

Então, se você usa um template próprio no seu blog, no qual você empregou seu sangue, suór e lágrimas, se mata, porque se esforçar TANTO pra dar uma aparência singular a um blog é muita falta do que fazer.

Mas se você não se ralou nas ostras e ainda assim tem um layout próprio, tá aí a resposta pro seu problema, caso essa situação também lhe aflija.

De nada.

(O verbo “afligir” é tão feio…)

Vanilla Sky

Brasileiro é burro.

Sem querer cair no lugar-comum, mas já caindo.

O fato é que brasileiro não entende que certas coisas são necessárias para que a vida prossiga sem atropelos. Se você tem uma família - em especial alguns fedorentinhos - é imprescindível ter plano de saúde (se sua renda familiar assim o permitir). E se você paga plano de saúde, deve ficar feliz, contente, sorridente e abicholado todos os meses em que não precisar usar. Quanto menos for preciso se internar em quartos de hospital com televisão, frigobar e massagista, quanto menos tiver que fazer cirurgias, utilizar UTIs e assemelhados, melhor (a menos, claro, que você seja um hipocondríaco contumaz, situação na qual toda essa lógica e bom-senso tornam-se improcedentes).

Mas se você tem inteligência pra se dedicar a coisa mais importantes, como ganhar dinheiro, e em vez de uma família tem uma empresa de tamanho significativo com uma pequena rede de computadores em funcionamento, troque o termo “plano de saúde” por Suporte Técnico. Você PRECISA de um suporte, a menos que todos os funcionários sejam inteligentes o bastante para não baixar as fotos da festa (que, diga-se de passagem, ficaram ótimas!) ou o arquivo com o som da caixa preta do avião da gol.

E creia: eles nunca são.

É diferente ter uma empresa com computadores em rede e ter um desktop em casa. Se o pc caseiro onde você baixa pornografias e joga Doom 3 com aquela galera bacana do fórum que freqüenta der pau, é só chamar o técnico e pronto. Problema resolvido. Pode-se perder alguns dados, mas nada muito importante (ou você teria feito backup, espertão). Mas se, no ambiente de trabalho, com todas as máquinas compartilhando dados, aquele teu amigo asno que não sabe ler a informação na barra de status do navegador clicar num arquivo .exe safadamente enviado por um phisher doido pra dar uma espiadinha na sua conta bancária, fodeu tudo, porque essas coisas se espalham pela rede e sem um serviço de suporte CONFIÁVEL - de preferência um que tenha montado sua rede e acompanhe o desempenho dela com freqüência - pode crer que vai tudo pro caralho.

Tudo por causa de um usuário punheteiro que queria muito ver as fotos daquela gostosa fake do orkut.

Todo mundo que trabalha com suporte conhece a regra de ouro que rege as relações entre suporte e cliente: “O usuário é um imbecil até que se prove o contrário”. E o contrário raramente é provado, se me permitem acrescentar. Vejamos o caso de alguém que reclame, por exemplo, que suas caixas de som não estão funcionando. As primeiras perguntas feitas pelo atendente serão “O senhor tem certeza que elas estão ligadas na tomada? Verifique se há um botão de ligar/desligar, por gentileza. Olhe atrás da CPU para ver se o plugue está encaixado com firmeza e na saída certa.”

O atendente faz isso porque SABE que o usuário provavelmente ligou o plugue no lugar errado (talvez na saída de microfone), que o cabo de força das caixas está fora da tomada ou que todo o problema resume-se ao fato de alguém ter ficado incomodado com o led das caixas de som acesas e resolveu desligá-las. Após perscrutar quão imbecil é seu cliente, ele passa para a etapa seguinte, na qual o nível de conhecimento é um pouco mais avançado. É quando o atendente pede que você reinstale o driver de som ou vá ao Painel de Controle, por exemplo.

No fim das contas, acredite, o problema do computador, 99,9% das vezes, é o usuário. O usuário instalou algo que não devia, desinstalou algo que não devia, baixou algo que não devia, deletou algo que não devia, modificou algo que não devia, abriu um arquivo que não devia, fechou um processo que não devia… o usuário nem devia ter sentado naquela cadeira, pra começo de conversa.

Voltem para as máquinas de escrever, seus pulhas.

(não voltem, não, ou eu perco meu emprego)