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Ele era pesquisador de música. Sua especialidade era o início do século 20, o teatro de revista, a era do rádio, as marchinhas de carnaval. Conhecia a fundo nomes que vão gradativamente sumindo do conhecimento popular, principalmente Lamartine Babo. Cantarolava as coisas mais inusitadas, que te faziam imaginar que eram composições dele, retiradas ali, no momento, daquela cabeça de pensamentos vagos, aéreos, insondáveis. Não eram. Eram boas músicas antigas que caíram no esquecimento.

Ela trabalhava com música. Tinha um projeto grande de ensino de música a crianças de comunidades carentes. Formou uma orquestra só de meninos e meninas de famílias de baixa renda que aprenderam, a duras penas, a tocar instrumentos de sopro. Carregava-os pra cima e pra baixo, se apresentaram em vários lugares do país e fora dele. Falava dos meninos dela com a paixão de quem vê em ajudar as pessoas o objetivo mais agradável, divertido e nobre que existe.

Formavam o casal mais legal que já conheci, mas ele foi embora em 2006. Ela - saudades, talvez? - foi agora, em 2008.

A vida é uma coisa tão besta…

Minha irmã fala sobre a Tina com muito mais propriedade do que eu, até porque eram mais próximas.

Meia-Lua+Soco: Dragon Ball Z Shin Budokai

Dragon Ball Z Shin Budokai

Lançado em 2006, Dragon Ball Z Shin Budokai foi a primeira aparição de Goku e cia no PSP. Seguindo a linha da já consagrada série Dragon Ball Z Budokai (e Budokai Tenkaichi) lançada para seu irmão maior, o Playstation 2, os comandos são bastante semelhantes. Com gigantescas explosões de energia, ataques a velocidades desconcertantes, contra-ataques inesperados e movimentos retirados diretamente do anime, esse trocentésimo jogo de luta baseado nos maiores consumidores de água oxigenada da TV disponibiliza 18 personagens, cinco diferentes modalidades de jogo e a possibilidade de desafiar conhecidos através da conexão wi-fi do console.

Mas calma lá, porque o jogo, embora mereça elogios, está longe de ser infalível. Apesar de ser bastante fiel às suas raízes fortemente cravadas no Playstation 2, a transição para o portátil - sem contar a mistura entre Budokai e Tenkaichi - cobrou seu preço. Vamos por partes.

Gráficos:
Dragon Ball Z Shin Budokai chega muito, muito perto de ser impecável nessa categoria, mas falha em alguns detalhes. E é nos detalhes que está o diabo. Os cenários de luta são bastante completos, com uma bela vista dos horizontes e ótima renderização. Infelizmente o termo “cenário” é levado bastante a sério, não sendo possível interagir com elementos da tela, como arremessar seu adversário contra uma parede ou pedregulho, por exemplo. Os mais ferrenhos defensores do jogo podem dizer que é uma cobrança descabida que eu faço, esperar que um console tão modesto, se comparado ao PS2, tenha os mesmos recursos. A esses eu adianto que não estou cobrando igualdade de recursos, mas convenhamos: se até o bom (bom!) e velho (VELHO!!!) Street Fighter 2, com todas as suas restrições tecnológicas, podia ter elementos em tela para serem quebrados durante a briga, por que não esse jogo?

Além do mais, tal ressalva não é causado apenas por essa leve falha de interação personagens/fundo de tela, mas por outro aspecto que levo muito mais a sério: a ausência de um vídeo de abertura no jogo. Ao contrário de seus predecessores, como Dragon Ball Z Final Bout e os títulos Budokai/Tenkaichi, Shin Budokai não apresenta uma seqüência frenética de abertura com personagens da série trocando porrada sem qualquer razão aparente, ao som de um j-rock cantado pelo Hironobu Kageyama. Com tradição não se brinca, porra!

Dragon Ball Z Shin Budokai

De todo modo, ainda é melhor não ter vídeo nenhum do que ter uma daquelas aberrações 3D utilizadas nos títulos Tenkaichi. Argh. Akira Toriyama revirar-se-ia no túmulo, se mas ainda está vivo e isso deve ter rendido muita grana a ele, que dorme o sono dos injustos porém ricos toda noite.

Som:
Se você já jogou Budokai 3, vai ter um ligeiro déjà vu ao ouvir as músicas de Shin Budokai. Não porque sejam muito parecidas, mas porque, em geral, são as mesmas. Felizmente a trilha sonora do primo rico era suficientemente boa para não causar engulhos aos jogadores do primo pobre (é a regra do time que está ganhando). A tela inicial até tem - vejam só! - um tema próprio, que poderia perfeitamente ter servido de fundo àquele vídeo de abertura que não foi feito.

A falha do jogo consiste apenas na ausência de vozes nos diálogos. As lutas do modo Dragon Road têm diálogos na abertura e no encerramento, mas apenas escritos. Embora durante a pancadaria, propriamente dita, os personagens gritem os nomes dos golpes (pra quê, mesmo?) e se mostrem bastante bravateiros (qual o sentido em bancar o machão depois de levar um violento murro no meio da cara?), faz falta ouvir as falas das conversas que antecedem o pega-pra-capar. Na tela de opções é possível configurar as vozes durante o combate para o idioma japonês (o que é bastante inútil se você não entende patavinas dessa língua).

Jogabilidade:
A maior qualidade de Dragon Ball Z Shin Budokai é que o sistema de luta desenvolvido pra esse jogo é inovador, diferente do padrão estabelecido.

O maior defeito de Dragon Ball Z Shin Budokai, entretanto, é que o sistema de luta desenvolvido pra esse jogo é inovador, diferente do padrão estabelecido.

São várias as vantagens dessa mudança. Começando pela simplicidade: comparado com outros jogos de porradaria, os controles são bastante simples. Com cada botão tendo uma finalidade específica, os combos e magias ficam muito mais ágeis. Você pode focar sua atenção na luta em si, em vez de decorar complicadas seqüências de movimentos e botões para soltar golpes e especiais. E ver que um determinado combo ou ataque não funcionou torna-se muito mais frustrante.

Dragon Ball Z Shin Budokai

Dá pra entender por que um ataque do tipo trás, baixo-trás, baixo, baixo-frente, frente, soco forte+chute forte não funcionou: em algum ponto você se embananou e detonou a seqüência de movimentos. Mas por que diabos um movimento tão simples quanto frente+bola não vai? Ah, os mistérios da vida…

Além do mais, sendo este um sistema novo de jogabilidade, qualquer desenvolvedor, por mais incompetente que fosse, compreenderia de cara que os jogadores não sabem como ele funciona. Passamos anos e anos comprando jogos de luta com três botões de soco, três de chute e ataques que, para serem executados, exigiam que o direcional fosse esfregado freneticamente em todas as direções. Tudo bem mudar essa regra, longe de mim considerar isso um problema, mas custava colocar um tutorial no jogo, dizendo como os controles funcionam, como a engine de ataques responde, qual é a hierarquia de forças entre os golpes, quais os critérios usados pelo sistema para definir as notas dadas ao fim das lutas?

Não, não custava. Ou talvez até custasse, por isso os responsáveis pelo jogo preferiram considerar que você é um exímio jogador dos títulos Budokai pro PS2 (esses vêm com tutoriais extremamente explicativos) e, portanto, já sabe tudo o que precisa saber.

Consultando a lista de movimentos, é possível aprender o básico, como as seqüências de combos ou a lançar poderes e especiais, mas você vai ralar um pouco até sacar como fazer uma sequência de ataques em corrente, por exemplo, ou até perceber quais são as circunstâncias que permitem que você se teleporte para trás do seu adversário, a fim de golpeá-lo pelas costas (no amor e na guerra tudo é válido, nem vem!).

E, ainda que você domine bem os comandos do jogo, certas lutas dão aquela ligeira impressão ao jogador de que a máquina lê seus comandos (não o movimento do seu personagem na tela, o que é perfeitamente aceitável, mas a combinação de botões pressionada no console) e reage em antecipação. Seus especiais são confrontados pelos especiais do computador (que entram antes, ainda que você tenha executado o comando primeiro), seus deslocamentos mostram-se inúteis diante de um adversário que sabe EXATAMENTE onde você vai parar, seus ataques são invariavelmente bloqueados, seus balões são sempre previstos, etc. É como jogar pôquer com alguém que vê suas cartas. Pode até ser desafiador, a princípio, mas perde a graça depois da quarta ou quinta derrota pelo mesmo motivo: a desigualdade de potencial é um abismo. Alguns combates exigem do jogador capacidades que beiram a precognição.

Veja bem: eu sou obstinado. Teimoso como uma mula. Inflexível, qual um Ratzinger. Contumaz. Renitente. Se um jogo de videogame me faz largar o controle, puto da vida, dizendo “Desisto. É impossível!”, vai por mim, há uma falha de jogabilidade. A dificuldade está acima do aceitável. E o Shin Budokai não te permite fazer mudanças nisso, ao menos não no modo história. Em certas lutas, a máquina simplesmente não erra. Ela tem o ataque perfeito para a defesa que você utilizou, desvia-se de golpes que você NUNCA consegue evitar (mesmo que o movimento executado seja o mesmo, o dela funciona, ao contrário do seu), tem um ki mais duradouro e é mais rápida ao se recuperar de um golpe.

Considerando que alguns itens do jogo só podem ser abertos se os adversários forem derrotados de forma rápida e eficaz (ou seja, você não pode perder muito tempo ou muito life), o nível de desafio atinge graus sobre-humanos. Se você faz alguma outra coisa além de jogar (como estudar, trabalhar, sair de casa, viver, enfim), desista da idéia de abrir o jogo em 100%.

Outra grande falha é não poder escolher seus personagens no modo história. Você é obrigado a jogar com o que o sistema te dá, o que te coloca em situações bastante complicadas, como tentar matar um Gohan SSJ2 com cinco ou seis barras de life usando apenas o Goku com Kaioken e duas ou três barras de life.

Dragon Ball Z Shin Budokai

Como eu disse no começo, o sistema é único, ágil e inovador. Aí estão suas qualidades, aí estão seus defeitos.

Extras:
DBZ Shin Budokai é bem carola nesse ponto. Praticamente um bispo da igreja católica, de tão ortodoxo. Além do modo história, o jogador pode testar suas habilidades nos modos Arcade - contra inimigos aleatórios, escolhendo o lutador que pretende utilizar, o grau de dificuldade, quantos rounds por luta, quanto tempo por round -, Survival, Time Attack, Network Battle e Training, onde você pode espancar seu adversário à vontade ou configurá-lo de modo a te dar uma surra inesquecível. Vai de acordo com o seu fetiche, filho.

Uma opção bastante inútil é o menu Profile Card, onde você pode “criar” uma carta para o seu perfil do jogo, e trocá-la com seus adversários, caso seus amigos também tenham PSPs e vocês joguem juntos. A única coisa realmente interessante nesse menu é a opção Battle Data, onde você pode verificar seu tempo de jogo, sua taxa de sucesso em combates, seus ranks e outras informações que dirão que você é um merda.

Além de destruir sua auto-estima e construir seu caráter, não servirá para muita coisa, aviso logo.

Por fim, DBZ Shin Budokai é um jogo interessante e divertido, mas talvez te deixe meio emputecido eventualmente. Pra quem gosta de desafios quase insuperáveis, é um prato cheio. E consome meros 214mb do seu cartão de memória, o que o torna válido como entretenimento.

Gráficos:
Som:
Jogabilidade:
Extras:
Geral:

As imagens que ilustram este texto foram retiradas dos sites Gamespot.com e IGN. Os direitos pertencem a seus respectivos donos.

Esquizofrenia musical

Sério, que porra é essa última música do Coldplay? O que vem a ser aquilo? Qual o cabimento de uma narrativa sobre a tomada de Jerusalém por um exército de romanos feita por um suposto ex-líder mundial?

Chris Martin sempre beirou a esquizofrenia, mas acredito que ficar ali, na linha do absurdo, cansou o cidadão. Ele resolveu mergulhar de cabeça no profundo abismo dos devaneios com encarnações de personalidades históricas. Qual será o próximo passo? Escrever uma música narrando, sob o ponto de vista de Napoleão, sua infeliz derrocada diante dos ingleses em Waterloo?

A grande discussão a respeito dessa música gira em torno dela ser ou não o plágio de uma canção tão fraquinha - porém grudenta - quanto, composta por uma versão bigoduda do Chris Crocker, ou de uma outra música com a qual, na minha humilde opinião, guarda semelhanças muito maiores, do guitarrista Joe Satriani. Considero falho esse ponto, entretanto. A luz está sendo jogada em aspectos muito pouco importantes. O que deveria de fato ser mencionado, não o é: que tipo de produtor estúpido não só aprova como distrubui, como música de trabalho, uma letra cujo refrão fala de cavalarias romanas, espadas e escudos em cerco a uma cidade medieval?

É como gravar e distribuir, como se fossem coisa séria, as hoedowns e irish drinking songs de Whose Line Is It, Anyway?: fica engraçado em um programa de comédia, mas, fora daquele contexto, é só mais uma porcaria qualquer empurrada goela abaixo da população à base de repetições ad nauseam.

Surto repentino

Mas dessa vez não é meu. O Daniel voltou a escrever com certa regularidade no blog, o que quer dizer que agora ele não faz apenas três posts por semestre. Sendo assim, me vejo na situação de colocá-lo ali na barra lateral e de volta no google reader.

Não sei se é um acontecimento passageiro, como um ataque de hiperatividade após muitas doses seguidas de café expresso, ou se é algo permanente, como uma resolução de ano-novo que será seguida à risca. Torço pela segunda. Mas, por enquanto, aproveitem a falastrice do cidadão.

Nerdice, TV e cinema (por alto)

Àqueles de vocês que não lêem quadrinhos, existem duas grandes empresas nessa indústria, a Marvel e a DC. Não existem SÓ essas duas, mas elas são as maiores, ou ao menos as que detêm os direitos dos super-heróis mais conhecidos. A DC é dona dos mais icônicos, como Super-Homem, Batman, Mulher-Maravilha, Lanterna Verde, toda a Liga da Justiça, enfim. A Marvel é responsável pelos mais “modernos” (surgidos de 1960 pra cá, em sua maioria), mas já conhecidos, como o Homem-Aranha, Homem de Ferro, Capitão América, X-Men, Hulk, Thor, Demolidor, etc, etc.

Não sou lá muito fã da DC. Salvo um ou outro personagem (no momento só consigo me lembrar do Batman, mas estou certo de que existem outros), eles nunca conseguiram atrair muito minha atenção. Meu problema com essa editora é que ela não tem heróis, mas franquias. É possível criar pelo menos uns 15 (e estou chutando baixo) títulos mensais só com personagens que carregam aquele S poligonal do Super-Homem no peito. Junte a isso a horda de Batmans e Mulheres Maravilha e dá pra fazer uma editora só com eles. São incontáveis Flashs, toda uma família de Capitães Marvel e INFINITOS Lanternas Verde. Não tenho saco pra essas coisas.

A Marvel é um pouco mais contida nesse sentido. Embora tenha aprendido alguns truques detestáveis com a Distinta Concorrência, como desrespeitar a morte de personagens - substituindo os falecidos por versões mais jovens com os mesmos poderes - ou matá-los só pra levantar grana - despertando-os inexplicavelmente (ou de forma mal explicada, não sei o que é pior) alguns números adiante -, ainda a acho mais “consistente” que sua rival. Além do mais, os personagens da DC são espalhados e über-poderosos demais pra minha cabeça. Na Marvel todo mundo está ali em Nova Iorque e, à exceção das tentativas frustradas da editora de criar sua própria versão do Azulão, o limite de poder dentre os heróis (ao menos entre os da terra) é muito restrito.

É claro que as duas editoras têm sua série de pisadas na bola. A DC, como já disse, gosta de matar os heróis - ou aleijar, como fez com o Batman -, ressuscitá-los com novo uniforme e novos poderes, se arrepende e dá uma remendada medonha para retorná-los ao estado original. A Marvel prefere ampliar ou reduzir os poderes, de acordo com a vontade dos editores, fazer histórias paralelas do mesmo personagem sem explicar por que os acontecimentos de uma não influenciam os da outra, causar catástrofes no título de um herói que passam despercebidas na revista de outro personagem, ainda que os dois morem na mesma cidade - uma cidade que é uma ILHA, ou seja, não tem muito como ignorar os acontecimentos da vizinhança - e apelar para soluções absurdas para suas cagadas editoriais, do tipo “ele fará um trato com o diabo e todo mundo no planeta, inclusive ele, esquecerá que um dia tal e tal coisa aconteceu”. O problema é que os leitores não esquecem, não existe pacto com o demônio que resolva ESSE problema.

Da mesma forma que cada uma tem seus pontos fracos, também tem seus pontos fortes. A Marvel parece ser mais atenta ao que o público gosta de ver no cinema e procura fazer bons filmes - o que geralmente acontece, se você esquecer Elektra, Demolidor, Motoqueiro Fantasma e baboseiras semelhantes -, enquanto a DC, que é uma tristeza na tela grande, sabe muito bem o que o público gosta de ver na TV, lançando animações competentes, como Batman Volume 2, Liga da Justiça e Liga da Justiça Sem Limites. A Marvel falha miseravelmente com seus desenhos animados. Tome como exemplo os dois longas dos Vingadores lançados em 2006 (você não ouviu falar porque quase ninguém ouviu), que, não obstante tenham sido feitos como longa-metragens, parecem ter orçamento menor que o de UM episódio de Liga da Justiça Sem Limites.

Essa regra, entretanto, parece estar começando a mudar. Os últimos lançamentos cinematográficos da Marvel foram de dar pena (o já referido Motoqueiro Fantasma, X-Men 3 e Homem-Aranha 3) e definitivamente caíram MUITO em termos de qualidade, se comparados aos filmes que abriram as franquias. A DC acertou (dadas as devidas proporções, claro) duas vezes, com Batman Begins e Superman Returns (que dá suas derrapadas, mas é um filme válido, ao contrário de Mulher-Gato, por exemplo). E agora a qualidade dos desenhos da DC parece estar caindo. Aparentemente a empresa resolveu entrar numa onda de tentar fazer animes, mas sem a competência dos japoneses pra esse tipo de negócio. A Marvel, por outro lado, atraiu a atenção do público com Quarteto Fantástico (que, apesar de não ser grande coisa, está anos-luz à frente dos últimos desenhos estrelando heróis da editora) e agora aposta em The Spectacular Spider-Man, nova animação do amigão da vizinhança, recém-lançada nos EUA, dia 8 desse mês.

The Spectacular Spider-Man

O traço me pareceu muito clipe-do-Gorillaz, um lance meio Marvel Mangaverso - e isso é uma crítica, e não um elogio. Mas o roteiro me interessou, de todo modo, já que pretendem tratar do começo da carreira de super-herói de Peter Parker, então com meros 16 anos. Também me chamou a atenção o fato de um dos responsáveis pelo desenho ser Greg Weisman, que trabalhou em The Batman (série que naufragou, mas que eu gostei bastante). Infelizmente ainda não há data de exibição prevista para o Brasil, embora a Rede Globo já tenha comprado os direitos (mas os sites de Torrent estão aí pra isso, afinal de contas). Segue o trailer da parada, lançado pela Marvel na San Diego Comic Con:


A confirmação da mudança (ou não) de maré de qualidade entre as duas editoras virá com a disputa, esse ano, entre Iron Man e Batman: The Dark Knight. Pelos trailers, nenhum deles me parece propenso a falhar nas bilheterias, mas o Hulk de Ang Lee também se mostrava uma promessa e tanto, antes de ser lançado em 2003 e atrair o horror da maior parte dos fãs de filmes de quadrinhos. Aguardo ansiosamente pelos dois (e pelo novo Hulk, ainda que eu tenha certeza que o fato da calça do gigante esmeralda não rasgar quando ele mudar de Ed Norton pra animação computadorizada vai causar reclamações entre os espectadores, doidos pra verem uma enorme piroca verde surgindo na tela do cinema).

Até lá, vou assistindo os episódios de The Spectacular Spider-Man baixados na internet (ou verei no Cartoon Network, se a série aportar por lá). Pro caralho com a emissora dos Marinho.

[Atualização]: Vá atrás do desenho AGORA e assista. AGORA. E a música tema é FODÁSTICA (dá pra baixar nesse link).

Carne nova

Contorno mal e porcamente a minha ausência por aqui com links novos ali na lista da direita. Hoje foram pra lista, atrasados por pura falta de vergonha na cara da minha parte, mas com mérito de sobra, o Acnóide (do Koelho, que acredito ser o leitor mais velho desta bodega - no sentido de “o que lê há mais tempo”, e não “o que completou mais aniversários”), o Digo ou Blogo e o Dimensão Zero.

Eu quase nunca escrevo, mas eles escrevem sempre. Vão azucriná-los, garanto que é mais divertido.




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