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M. Ward - Chinese Translation

I sailed a wild, wild sea
Climbed up a tall, tall mountain
I met an old, old man
Beneath a weeping willow tree
He said now if you got some questions
Go and lay them at my feet
But my time here is brief
So you’ll have to pick just three

And I said
What do you do with the pieces of a broken heart?
And how can a man like me remain in the light?
And if life is really as short as they say
Then why is the night so long?
And then the sun went down
And he sang for me this song

See I was once a young fool like you
Afraid to do the things
That I knew I had to do
So I played an escapade just like you
I played an escapade just like you
I sailed a wild, wild sea
Climbed up a tall, tall mountain
I met an old, old man
He sat beneath a sapling tree
He said now if you got some questions
Go and lay them at my feet
But my time here is brief
So you’ll have to pick just three

And I said
What do you do with the pieces of a broken heart?
And how can a man like me remain in the light?
And if life is really as short as they say
Then why is the night so long?
And then the sun went down
And he played for me this song

Diversificando

Se este texto está no corpo do blog é porque consegui cumprir meu intento, a saber: colocar, em um só texto, o máximo possível de idéias sobre o máximo possível de assuntos, todos eles sem importância - provavelmente. É o maior gesto de revolta da minha parte contra essa apatia redativa da qual me vejo acometido nos últimos dias. Ou semanas. Ou meses. Acho que meses é mais adequado, mas quem quiser dizer “quinzenas”, fique à vontade. Porque não sei nem se já completou dois meses que eu não penso em porra nenhuma pra dizer em lugar nenhum, além desse texto aí embaixo, mas sei que já tem mais de duas quinzenas, até porque tem mais de um mês, e considerando que um mês tem duas quinzenas, concluímos, portanto, que duas quinzenas já se foram.

Duas quinzenas são trinta dias, para aqueles que não aprenderam matemática, apenas português. Mas não muito português, claro. Só um pouco. O suficiente pra ler essa droga aqui e achar que tá lendo alguma coisa bacana, quando, na verdade, tudo o que você está fazendo é correndo os olhos sobre palavras digitadas por um desocupado entediadíssimo, cuja missão, ao escrever isso aqui, era apenas roubar seu tempo. Se você chegou a esse ponto, acho que já estou sendo bem-sucedido.

Não que eu vá ganhar qualquer coisa com isso, claro.

Cês conhecem a Alizee? A Alizee, pra quem não conhece, é uma cantora francesa. Calma, não vá pro google ainda. Deixe-me continuar. Então. É uma cantora francesa que canta umas músicas meio xaropes. Ah, sim: é uma cantora JOVEM francesa. Alguém mais chegado a anglicismos diria “teen”, mas eu me recuso. Leia “teen”, em vez de “jovem”, se quiser, mas isso só significa que você é um imbecil. Ou não, sei lá. Tô sendo gratuitamente agressivo, que coisa feia. Nem é do meu feitio, esse tipo de atitude.

Pensando melhor, é do meu feitio, sim.

Mas então. A Alizée. O nome dela tem esse acento aí, que eu esqueci de colocar quando escrevi antes, sobre o primeiro e. Mas pronuncia-se Alizê, então eu bem poderia escrever Alizê e foda-se o caralho da grafia em francês. Mas a Alizée, como eu dizia, é uma cantora jovem francesa que canta musiquinhas pop em francês. Até aí, normal. Eu acho, sei lá. Nunca tinha ouvido falar em música francesa pop-jovem. Pra mim a última música feita na França tinha sido La Vie En Rose, e depois pronto, foda-se, temos aí um clássico, não precisamos compor mais nada, Edith Piaf vai gravar essa merda, depois Louis Armstrong - em inglês, porque é isso o que os americanos fazem, pegam as coisas dos outros e traduzem pro idioma deles, enquanto os outros, como idiotas que são, pegam as palavras deles e introduzem em seus idiomas -, e a música francesa será famosa por La Vie En Rose. E por Ne Me Quitte Pas, que vai tocar em Presença de Anita.

Mas eu falava da Alizée. A Alizée é gostosa pra caralho. PRA CARALHO, cê não tá entendendo. E tem esse vídeo dela, cantando “ao vivo” em um programa de TV (o “ao vivo” tá entre aspas porque ela tá fazendo playback - olha, uma palavra em inglês! Bastard! Asshole! -, o que será comentado daqui a pouco, seja paciente) uma musiquinha muito chicletenta, daquelas que grudam no córtex, chamada J’en Ai Marré. Sei lá se esse acento em Marré existe, mas o fato é que escrever Marré, que parece muito com Maré, sem acento me incomoda. Então o acento fica, os franceses que vão pro inferno comer queijo brie com o ACM.

E ela faz esse playback, como eu ia dizendo. E dança. E, PUTA QUE PARIU, vai ser gostosa assim na casa do caralho. De verdade, acho que nunca vi uma mulher TÃO gostosa. E o grande lance é que, dançando, ela uma hora vira de costas, daí dá pra ver que ela tem um peixinho vermelho na bunda. Não ENFIADO na bunda, é lógico, que o programa é um programa de família, o YouTube é um site de família, Alizée é uma moça de família e este é um blog de família. Algumas das famílias são meio problemáticas, mas isso não se comenta, que é de uma falta de discrição que beira a vulgaridade, e ser disfuncional, tudo bem, mas vulgar, não, peraí, aí é quase chamar a mãe de advogada, o pai de eleitor do PFL e o irmão de fã do jackass, e esse tipo de coisa não se faz.

Mas o peixe tá lá, vermelho, pendurado na roupa dela, um peixinho de um tecido qualquer que eu não sei o nome porque não sou viado. E é aí que você entende por que a guria tá fazendo playback. Porque tem dois sujeitos “tocando” violão atrás dela, assim, como se fossem eles tocando a música pra ela cantar. E é humanamente impossível se concentrar em qualquer coisa que não seja aquela maravilha de mulher dançando na sua frente com aquele peixe na bunda. Por isso o playback. Os caras iam tocar tudo errado, seria uma merda federal. Melhor botar um CD pra tocar, a gostosa pra dançar, e os caras ficam ali, com aquela visão privilegiada do peixe glúteo da moça.

Eu poderia colocar o link pro vídeo da Alizee aqui, mas nem vou. Vá pro YouTube e procure, depois diga se eu não tenho razão!

As mulheres não precisam se manifestar sobre a moça. Mulher não entende porra nenhuma de mulher. Todas as que eu conheço e que viram a menina botaram algum defeito. E todos os caras que eu conheço que a viram tiveram a mesma reação que eu: uma expressão boquiaberta, assim, de quem não acredita que aquilo existe de verdade, seguida por um sussurro caminhoneiro de estupefação, algo como “Caralho…” ou “Putaqueopariu…”.

A dança da guria é tão característica que foi colocada em World of Warcraft. Porque, quando você tá jogando World of Warcraft - que eu tenho jogado ultimamente, mas que, a despeito do que disse o Fredegoso, não tem nada a ver com o meu sumiço daqui - se digitar /dance, o seu personagem dança. Cada um faz uma dança diferente, a Night Elf faz a dança da Alizée. As danças são divertidas. Eu, particularmente, gosto da dança do Napoleon Dynamite, feita pelo Blood Elf, e da do Mc Hammer, feita pelo Orc. Esse vídeo aqui mostra algumas danças e suas fontes. Outras foram deixadas de lado, não sei por que razão (talvez porque o cara que fez não conseguiu encontrar um vídeo que desse pra sincronizar com as sprites retiradas do jogo?).

E a Peanut Butter Jelly Time simplesmente não me sai mais da cabeça, tá foda. E por “não me sai mais da cabeça” eu quero dizer “já me flagrei cantando e dançando essa porra algumas vezes”.

Então. Falando em música, mas sem tornar a mencionar peixes na bunda, até porque eu não teria mais nada a falar sobre isso, saiu o novo CD do The Killers, chamado Sawdust. O link pro download desse eu coloco, porque sou bacanudo e quero que todo mundo ouça Leave The Bourbon On The Shelf, que chuta bundas (com ou sem peixinhos, a escolha é sua).

Engraçado que duas bandas que eu gosto lançaram um CD de B-Sides esse ano. Cake e, agora, Killers. E nos dois CDs têm uma versão de Ruby, Don’t Take Your Love To Town. Esse do Killers tá massa, mas eu não sei dizer se é melhor ou pior ou igual ao Sam’s Town e ao Hot Fuss. Até porque só ouvi umas duas vezes, até agora, e num fone de ouvido que sofreu derrame ou coisa que o valha (aí só funciona o lado esquerdo), não deu pra fazer ainda uma idéia da qualidade da parada. Sei que eu gostei muito de Leave The Bourbon On The Shelf, que fecha a trilogia do assassinato (falo mais sobre isso depois, se rolar um interesse daí e uma vontade do lado de cá), embora seja a primeira música da trilogia, na verdade, Under The Gun é sensacional, mostra um lampejo de Hot Fuss e a versão Abbey Road de Sam’s Town também é muito legal. Sei lá, eu fiquei ainda mais fã da banda depois do show no Rio, que foi sensacional, então talvez minha opinião seja por demais parcial para ser levada em consideração.

Mas que se lasque. Se a Veja pode ser parcial pra caralho e ainda se declarar “a melhor revista semanal do país”, eu também posso ser parcial pra caralho e me declarar… hm, deixa ver, um título imponente… o melhor blogueiro bimestral do meu prédio.

É, dizer que eu sou o Bonaparte dos Baixos Trópicos talvez botasse mais moral.

Falando em Napoleão, Alizée e gostosas francesas com peixes na bunda, comecei a ler Os Miseráveis, do Victor Hugo. Antes dele li Crime e Castigo, do Dolsta, mas tô preferindo esse. Dostoiévsky era inteligente pra caralho, dava umas porradas servidas em determinados aspectos da sociedade, mas com toda a sutileza de um mestre Shaolin bicentenário que arranca seu olho sem te deixar perceber. Victor Hugo é mais jiujiteiro, chega enfiando a bicuda no joelho e leva pro chão pra finalizar. Sem sutileza, a sutileza que se foda. Nem cheguei na metade do livro, ainda, e se começar a transcrever aqui todos os trechos que sublinhei, fodeu-se, a Martin Claret vai acabar me processando. Depois coloco aqui o que achar mais importante. Falando também em Veja - desculpem por baixar o nível, prometo ser breve -, fico me perguntando se os mentecaptos que trabalham naquela bosta já leram tio Vitão. Porque não dá pra ler aquele livro e continuar um reaça escroto e socialmente desumano, que é o que são os “jornalistas” da Veja. O livro é ótimo e é necessário até hoje, o que é muito triste e muito preocupante. Me leva a crer que em 140 anos não crescemos nada.

O melhor personagem é um bispo que aparece no começo, monsenhor Bienvenu. Fosse eu um cristão, seria um cristão igual a ele. Porque cristianismo é um troço foda, não dá pra ser cristão e continuar vivendo como vivemos. É preciso abdicar de uma série de coisas em prol de outras, muito mais importantes. E não tô falando de parar de trepar, xingar e tomar goró pra entrar no céu, não. Isso é peixe pequeno - na bunda de francesas dançantes - perto das coisas que se deve fazer pra ser um cristão de fato. Eu sou meio extremista, não sei se já deu pra notar - eu sei que já deu pra notar, mas é bom fingir que não - e não saberia ser um cristão mais-ou-menos, desses preguiçosos, folgados, canalhas e escrotos que infestam a sociedade. Sabe, esses que usam a religião só pra justificar/expiar seus atos esdrúxulos. A maioria das pessoas faz as mesmas merdas repetidamente, pede perdão (os que pedem) e aí tornam a fazer. Ninguém realmente pára pra refletir, tenta evoluir um pouco, ser mais tolerante, essas porras todas que o cristianismo prega. Só sabe ficar naquela merda babaca que a igreja prega, de apontar pros outros dizendo “Cê vai pro inferno, pecador nojento, amante de Satanás! Você vai queimar na casa do capeta, bruxo do caralho, onanista filho da puta! Pagão maldito, deus te ama e vai te foder na outra vida até afiar as beiradas da sua bunda porque você não reza o mesmo tanto que eu, no mesmo lugar que eu, da mesma maneira que eu, pro mesmo cara que eu!”.

Religião é um assunto escroto e é um assunto extenso, mas infelizmente necessário e pouco discutido de forma apropriada. Eu devia escrever aqui algo sério a respeito, qualquer dia desses, coisa que costumava fazer há alguns anos. Mas sempre que essa idéia me ocorre, vem com ela a pergunta crucial que derruba minha vontade de fazer qualquer texto:

Pra quê?

Mas vale dizer que continuo achando que uma instituição que excomunga Leonardo Boff não pode representar nada de bom.

Sim, católicos, o que estou dizendo é que vocês servem a uma das instituições mais desumanas, ambiciosas, cruéis e maléficas do mundo. Entraria fácil num Top 5, com sérias chances de ganhar. E olha que a competição é acirrada: McDonalds e Coca-Cola estão no páreo (nem tenho nada contra a coca-cola ou mcdonalds, mas citar essas duas marcas como coisas “do mal” ajuda a manter a aura de comunistão que alguns acham que eu exalo).

Eu ia falar sobre qualquer outra coisa que nem lembro mais o que era, mas se você leu até aqui, acho que já deu pra encher seu saco, certo? Seja feliz com esse amontoado de besteiras. Se não conseguir separar nenhuma idéia, a partir de agora, pra fazer um texto sobre ela, e apenas ela, vou transformar numa prática comum isso de falar de tudo superficialmente. Ficarei, portanto, só na superfície.

Feito um peixe de bunda (virou idéia fixa, essa porra, não é possível!).

Matanza - Eu não gosto de ninguém

Não me faça nenhum favor
Não espere nada de mim
Não me fale seja o que for
Sinto muito que seja assim

Como se fizesse diferença o que você acha ruim
Como se eu tivesse prometido alguma coisa pra você
Eu nunca disse que faria o que é direito
Não se conserta o que já nasce com defeito

Não tem jeito, não há nada a se fazer

Mesmo que eu pudesse controlar a minha raiva
Mesmo que eu quisesse conviver com a minha dor
Nada sairia do lugar que já estava
Não seria nada diferente do que sou

Não quero que me veja
Não que me chame
Não quero que me diga
Não quero que reclame

Eu espero que você entenda bem:
Eu não gosto de ninguém!

Tópicos (2)

Saiu CD novo do Cake: B-Sides and Rarities. Entre outras maravilhas, vem com a versão deles de Mahna Mahna, que eu já conhecia há algum tempo. Ainda não baixei, mas recomendo muito, mesmo sem ter ouvido. Já baixei e recomendo MAIS! Estamos falando de Cake, caralho! Tománocu a versão acústica de It’s Coming Down… Neste tópico é possível encontrar links para download de todos os cds.

Ainda falando de Cake, esbarrei no youtube com os vídeos da Kamikaze Downhill, uma banda de Porto Alegre que faz covers muito bons da banda de São Francisco. Desde as músicas mais conhecidas, como Never There, Sheep Go To Heaven e Short Skirt/Long Jacket, até outras que você provavelmente nunca vai ouvir no rádio ou na MTV ou em qualquer outra merda dessas, como The Distance, Ain’t No Good e Comfort Eagle. Até a jam session avacalhada deles com Hem Of Your Garment ficou bacana.

Terça-feira passada a mesa de diretores do Meia-Lua + Soco - formada por Daniel Bastos (saído direto da novela das oito), Across e este que vos escreve - teve uma reunião na Domino’s próxima à minha casa, aqui em Brasília, a fim de discutir temas importantes para a continuidade do blog, como a implementação de prazos para os detonados, a melhor configuração a ser usada nas imagens e a migração para o wordpress. Não tocamos em nenhum desses assuntos, no fim das contas, mas foi divertido pra caralho.

No começo de agosto eu disse que o The Killers viria ao Brasil para tocar no Tim Festival e eu não estaria lá. Pois mudei de idéia. Estarei no show do Rio de Janeiro, dia 27 de outubro. Dinheiro só existe pra ser gasto, caralho!

Liz me convenceu a entrar no Facebook. Eu admito que mal mexeria naquele troço, se não estivesse tão viciado na versão deles de HoboWars. Quero conduzir meu mendigo à dominação mundial!

Deixo claro que só escrevi essa seqüência de tópicos de pouca importância porque uma velha polonesa de nome Imi Podanoscki, refugiada da segunda guerra mundial, me pediu para publicar um último post antes que sua idade avançada viesse cobrar o ticket para o limbo eterno. Não é do meu feitio negar pequenos favores a idosos.

E, vejam só, Raskólnikov matou a velha a machadadas! =(

Freelancer*

O Inagaki escreveu um post a respeito do mais recente quebra-pau entre blogs e imprensa, envolvendo o Estadão e sua atual campanha engraçadinha de marketing. Não vou me alongar no assunto, por uma série de motivos. O primeiro é que eu não dou a mínima para o que o Estadão ou a população em geral pensa a respeito de blogs, blogueiros, informação na rede etc. e tal. Eu sei o que o google já fez por mim, quantos galhos a wikipédia já me quebrou e quantas vezes consegui esclarecer situações confusas ou resolver problemas complexos com informações retiradas de blogs para os quais, se pudesse, teria até enviado algum dinheiro em retribuição à gentileza de quem se esforçou para levantar dados apenas para divulgá-los na rede de graça.

Tenho posturas muito… hm… singulares diante desses problemas que abrangem grupos inteiros. A menos que a situação seja claramente criminosa e mereça retaliação pesada, minhas reações limitam-se a rir com escárnio ou dar de ombros e pensar “foda-se!”. Um jornal que comporta blogs, emprega blogueiros e tira sarro do próprio grupo que provavelmente ajuda a compor sua equipe editorial está, na melhor das hipóteses, dando um tiro no próprio pé. Os encarregados do Estadão de analisar e autorizar ou negar a divulgação dessa nova campanha são incompetentes, pra dizer o mínimo, e estão amputando um membro em crescimento que, daqui a alguns anos, talvez pudesse ser útil.

(Eu bem gostaria de ter uma mão saindo do meio da barriga, por exemplo, para ajudar a utilizar melhor o controle do Nintendo 64.)

Mas enfim. Todo esse preâmbulo foi apenas para ressaltar que, lendo links sobre o assunto (e você vai encontrar vários no Pensar Enlouquece) o leitor há de encontrar discussões profundas sobre o papel do blog na disseminação da informação atualmente e o quanto é importante que “editores” de blogs mantenham sua credibilidade. Com isso em mente, julguei ser importante deixar um aviso:

Este blog não tem, não espera ter e não se preocupa com qualquer coisa remotamente parecida com “credibilidade”. Escrevo o que me dá na veneta. Se é a mentira mais deslavada do mundo ou a mais pura verdade, cabe a quem lê decidir. Não me proponho a expor fatos, tampouco a romantizar a realidade.

Se quer “informação”, veio ao lugar errado.
Este blog é, a exemplo de seu dono, uma grande inutilidade. Não sou, não quero ser e não gosto muito de jornalistas. Não tenho “linha editorial”, mal sei o que é isso. Sou apenas um poço de escárnio.

* O termo “freelancer”, lanceiro livre, vem exatamente disso: de lanceiros que, na idade média, em batalhas, vendiam suas “lanças” a quem quisesse comprá-las. Não se preocupavam com o lado da batalha que estavam tomando, apenas com o pagamento que receberiam. Sou um freelancer mais vagabundo: não recebo pagamento nenhum, mas também não respondo a ninguém. Não tomo o lado dos blogueiros ou do Estadão. Estou do meu lado.

E quem vier cantar “Exército de um homem só” vai levar com a mão na cara!

The Killers - All These Things That I’ve Done

Eles vêm ao Brasil esse ano, pra tocar no Tim Festival.
Eu não estarei lá.

=(