Como eu ia dizendo…

…tenho até 31 de maio pra escrever alguma coisa ficcional que preste. QUE PRESTE, veja bem. Nada dessas porcarias que eu publico aqui - salvo uma ou outra, que fica apresentável. Pode parecer muito tempo, mas conhecendo minhas ondas de inspiração - e minha indolência - como conheço, é um prazo bastante apertado.

É nessa hora que apelo pra vocês. Da última vez que fiz isso, saiu um texto até bacanudo e tal, baseado numa idéia do Daniel. Então, sei lá, comecem algo aí nos comentários. Vai que algo dispara um gatilho aqui dentro e me dá um surto escrevístico do qual brota alguma coisa interessante? Prometo que dou um presente pro responsável, caso aconteça e renda frutos.

Agradecido.

10 Responses to “Como eu ia dizendo…”


  1. 1 daniel bastos

    Ahm… não me recordo muito bem. Tinha algo a ver com caixas de leite longa-vida?

    Pedro: Não, tinha a ver com passaralhos nos cabos telefônicos.

  2. 2 Rodrigo

    Pensei que poderia dispensar o meu comentário dispensável, mas mudei de idéia.

  3. 3 Paula

    Olha, apofeníacamente falando, acho que o negócio é escrever sobre a China. É o que o captcha diz e repete aqui, “China, organdles, China”. Ah, e manutenção do bem-estar social, homem, não se esqueça.

    Pedro: Pô, a China é meio… ehr… distante da minha realidade. Além do mais, a china é meio “hype”. Legal é poder falar do… do… Uzbequistão.

  4. 4 Leonardo

    Tenho tentado captar em texto um cenário de campanha de D&D que eu e amigos estamos desenvolvendo. Parece promissor, mas tenho tido contratempos em LEMBRAR o que aconteceu nas sessões de jogo. Outro cenário no novo Mundo das Trevas também está rendendo uma HQ, que vai estar pronta… quando eu terminar.
    Quem sabe alguma aventura ou cena não possa render uma boa história curta?

    Pedro: Pô, eu só tenho jogado atualmente uma campanha de Star Wars. Além do mais, não acho que RPG seja uma fonte de boas histórias. No máximo rende roteiros de histórias em quadrinhos. Quando vou escrever, AO MENOS escrevendo, me proponho a fazer alguma coisa um pouco mais séria, não tão infanto-juvenil. Nada errado com literatura infanto-juvenil, mas fazer um livro da coleção vagalume é bom, escrever uma daquelas porcarias do André Vianco, não. E quanto a não lembrar o que acontece nas sessões, usa um gravador, cara. Qualquer mp3 player tem essa função. Vê se nenhum dos teus companheiros de jogo tem um. Abraço.

  5. 5 Sandro

    Uma cara que ganhou Setembro de 1976 num jogo de poquer

    Um peixe entalado na garganta

    Celulares no vibracall

    pressione X duas vezes para um pulo mais alto.

    Jogos de tiro em primeira pessoa são melhores com o uso de mouse - em controles de videogame fica um saco

    Jogos de RTS também só ficam interessantes em PCs.

    y = -b +/- [raiz(Delta) / 2a] onde delta = b^2-4ac

    Pedro: Rapaz, em relação a essa última aqui, há algum tempo eu comecei um texto cujo título era y = ax² + bx + c. Coincidências.

  6. 6 Cynthia

    Um super-herói (ou melhor, um infra-herói, por ser discreto) defensor de pequenas causas, que se vinga por todos nós das bobagenzinhas irritantes de cada dia - gente que dirige mal e agressivamente, pessoas que ouvem música ruim bem alto e de madrugada debaixo de nossas janelas, gente que fura fila, que maltrata garçom, que fala alto no cinema etc. Nosso herói seria o Super… Pedro ?!

    ;o)

    Pedro: Hahahaha Sabe que eu já pensei nisso? Mas sempre fico TÃO irritado nessa situações que provavelmente essas pessoas mal sairiam vivas. Tem um especial do Batman chamado Batman: Preto e Branco, que foi uma série de quatro edições lançadas pela Abril em 1997, apresentando o morcego desenhado e escrito - sempre em preto-e-branco, claro - por vários artistas diferentes. Um deles fez uma história chamada O Civil Virtuoso que falava, em termos gerais, de um “herói” assim. Se as edições um dia caírem nas suas mãos, procure. Você vai gostar. Acho. =)

  7. 7 rnt

    esse comentário da Cyn me lembrou de um filme muito ruim chamado Noise, traduzido como “Passando dos limites” ou algo assim, em que o Tim Robins sai atacando os carros com alarmes disparados, simplesmente pq não agüenta mais o barulho. Eu achei a premissa sensacional, mas o filme simplesmente é fraco.

    hey, por falar em Batman, vc se lembra daquelas histórias do túnel do tempo? batman corsário, batman egípcio, nossa, eu adorava aquilo. roteiros aleatórios.

    ah, bem, minhas tentativas intencionais de sugerir um roteiro definitivamente não funcionam. sorry. :)

    Pedro: Tá aí outra premissa com a qual eu me identifico: dinamitar carros com alarme disparado. Porra, que coisa irritante. E sim, eu me lembro da coleção túnel do tempo (elseworlds, no original). Eram fodásticas. Pena que na época eu era muito jovem e muito BURRO, e só comprava Marvel e Homem-Aranha. Imbecilidade total da minha parte. Então atualmente eu tenho que ficar garimpando sebos atrás de edições. Mas dá pra encontrar umas coisas ótimas e em muito bom estado. =)

  8. 8 imi

    o negócio é cada um no seu quadrado.

  9. 9 Catavento

    O verdadeiro Caçador de Pipas?
    Rifle de Caça, camuflagem adequada, o seu inseparável pastor inglês chamado Cão. E bem, ele caça pipas…
    Esse É um trabalho árduo!

    Fantasioso demais?

  10. 10 Hikaru

    Não sei porque mas isso me lembra nossa primeira conversa via ICQ. Lembra que ficamos um certo tempo tentando chegar a uma lógica sobre os queijos dominarem o mundo! =P

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