Não me faça nenhum favor
Não espere nada de mim
Não me fale seja o que for
Sinto muito que seja assim
Como se fizesse diferença o que você acha ruim
Como se eu tivesse prometido alguma coisa pra você
Eu nunca disse que faria o que é direito
Não se conserta o que já nasce com defeito
Não tem jeito, não há nada a se fazer
Mesmo que eu pudesse controlar a minha raiva
Mesmo que eu quisesse conviver com a minha dor
Nada sairia do lugar que já estava
Não seria nada diferente do que sou
Não quero que me veja
Não que me chame
Não quero que me diga
Não quero que reclame
Eu espero que você entenda bem:
Eu não gosto de ninguém!

Ok…acho que entendi o recado.
E porquê nehum’alma comenta sobre tais rabugices tão intrínsecas ao ego humano?
E porquê falar tão estupidamente difícil? Apenas para esnobar os lexicamente menos privilegiados e conscientes? A resposta: sim!
(Bem, acho que nem eu mesmo entendi o que quis dizer…faz parte!)
que isso, menininho?
Ouve “matarei”.
E “meio psicopata” também. Você vai gostar das duas.
Eu tenho os CDs completos aqui, cara. Fodásticos.
Aliás…
Peguei-me pensando: poderia a apatia ser considerada um método anti-concepcional?
\O/
Falando em Matanza, ouviu o “To Hell…”?
Hum…não lembro o que eu ia comentar ¬¬’ fica para próxima.
Abraço
Achou o hino deste blog.
Também tenho um problema com as pessoas que acham que eu estou interessado no que elas fizeram no fim de semana ou no que elas pensam, como se isso fosse alterar drasticamente a minha vida.
Se eu acreditasse em reencarnação, eu diria que você é a de um velho barbudo e rabugento chamado Schopenhauer.
Mas como eu não acredito, digo apenas que você tem um gosto musical um tanto… peculiar.
PageRank 4!
\o/
mas o que te fizeram, rapaz?
ei, vamos atualizar isso aqui!