1. Há quase 2 anos, fiz um post enorme no qual, dentre diversos outros assuntos, analisava a possibilidade da criação de um blog só sobre videogames. Algumas pessoas se ofereceram pra dar uma mão com a bagaça, mas o lance nunca saiu do papel.
Bom, agora vai sair. Já criei o blog (escolhi endereço, nome), já comecei a dar umas modificadas no layout (nada drástico, só quero adeqüa-lo melhor a sua finalidade) e, mais importante, já comecei a redigir um detonado. Que tá ficando enorme, porque eu sou incapaz de escrever algo pequeno quando o assunto me interessa muito.
Assim que estrear o esquema vou pensar se vale a pena convidar colaboradores ou não.
2. Vi alguns dos filmes que estão no cinema e, embora não tenha mais paciência para escrever enormes críticas a respeito de películas (cada vez mais me convenço que isso é apenas uma maneira exercitar seu ego exibindo sua opinião, como se ela fosse muito interessante), acho bom ressaltar alguns aspectos:
- Joaquin Phoenix, Reese Witherspoon e os outros membros do elenco de Walk The Line (me recuso a usar aquele título ridículo que deram ao filme em português) estão cantando bem PRA CARALHO. Ouso dizer que uma ou outra canção na voz do Phoenix chegou a ficar ligeiramente melhor que sua versão original, na voz do bom e velho Johnny Cash. E embora o filme pise um pouco na bola dando maior atenção à vida pessoal do sujeito do que a sua capacidade artística, ainda acho que vale o ingresso.
- Considerando que Munique é um filme de um diretor judeu sobre o problema entre judeus e palestinos, é muito mais imparcial do que eu esperava. Como era de se esperar, tem uma visão meio distorcida dos fatos, mas, guardadas as devidas proporções, se mantém quase “neutro”.
E o Eric Bana precisa mesmo dar um jeito naquelas orelhas.
3. Fãs de Friends são, numa definição grosseira, pessoas que não têm inteligência o suficiente pra entender o humor de Seinfeld. Fãs de Seinfeld que gostam de Friends são pessoas inteligentes que riem de qualquer coisa (o que não é um defeito). Fãs de Friends que acham a Phoebe a melhor personagem da série são o que há de mais rasteiro em matéria de inteligência (biologicamente falando, equivalem a algo como líquem). Nada pessoal.
4. O personagem daquela porcaria do Dan Brown, O Código da Vinci, é tão IMBECIL (embora o autor insista em dizer que ele é um professor de Harvard extremamente inteligente, o que só demonstra que o autor TAMBÉM é um imbecil) que fico imaginando a grande porcaria que será o filme baseado no… cof, cof… livro. Mas já identifiquei uma maneira de fazer o ingresso pro filme valer a pena: antes de ver O Código da Vinci, veja A Pantera Cor-de-Rosa e imagine que o sujeito interpretado pelo Tom Hanks é apenas um disfarce do inspetor Clouseau. Aposto que você vai se divertir um bocado.
5. Estou me esforçando pra manter uma atualização semanal nesta página. Vamos ver se pelo menos isso eu consigo fazer.
6. Isso aqui é só pra encher lingüiça. Tenho trabalhado num texto bem besta (provavelmente será uma historieta curtita) que me veio à mente depois de uma conversa com uma amiga. Deve sair ainda essa semana.
7. Preciso arranjar uns marcadores melhores pra quando fizer textos divididos em tópicos. Idéias?
8. Ainda não tem item oito. Mas se eu pensar em algo, escrevo aqui.

no item 3 tu disse toda a verdade sobre o UNIVERSO.
nada a ver com esse post, mais, o post passado me lembrou os bons tempos daquele video da luta do século com a saudosa narração de marco aurélio.
bons tempos.. uf, uma lágrima rolou.
e qual é o endereço mesmo do blog sobre video game?
Pedro, finalmente vi alguem que ache que “O Codigo da Vinci” nao é um livro decente,hehe, fiquei ate feliz e vim comentar!:)
pfffhahaha
Tem uma cedilha no c de disfarce.
Porra. Bem observado, Ana. Esse foi grosseiro. Deus.
Assino embaixo do item 3 também!
Poxa, os seis personagens de Friends não têm a consistência de um George Costanza!
Walk the line não é um filme sobre o Johnny Cash. É um filme sobre o ROMANCE de Johnny e June. Uma das poucas traduções de título (que não são ao pé da letra) que eu aceito e concordo.
E o Eric Bana não tem que fazer nadinha com as orelhas dele.
Sei. Agora me diga uma coisa sobre o filme do Johnny Cash que eu NÃO SAIBA.
Algo que não seja O ÃBVIO. Vai, eu confio na sua capacidade.
É verdade - eu rio de qualquer coisa, principalmente quando não devo. Mas isso não me faz um líquen, são as risadinhas que me levam no embalo.
Eu só tava falando que EU gostei do título em “português”, oras. :p