Dá licença? Né por nada não, mas, porra, alguém pode me explicar porque é que o mercado publicitário adora fazer alusões pouco lógicas com papel higiênico? Sempre colocam cachorrinhos, coelhinhos e outros bichinhos “inhos” como símbolo de maciez.
Alguém aí já limpou o rabo com um coelho, pra poder dizer se determinada marca de papel oferece ou não sensação semelhante?
Porque ISSO, sim, é róquenrrol.
Perto disso, arrancar cabeça de morcego com os dentes é coisa de fã dos Loser Manos (ou da Avril Lavigne, acaba sendo a mesma coisa).

Outra coisa parecida com isso são aquelas churrascarias onde aparecem vaquinhas felizes como propaganda. Acho meio sádico da parte deles, mas esqueço isso quando passa aquela picanha sangrando, ou uma costela bem preparada…
Esse é mais um dos (muitos) motivos que me faz perguntar o que foi que eu fiz.
Se eu não conhecesse o nível dos publicitários de perto, poderia defender a classe dizendo que é porque provavelmente leram Rabelais demais quando novinhos. Como conheço, não acho que tenham lido muita coisa com qualquer idade. ;o)
A propaganda da Assolan também tá cada vez me irritando mais.
Tu é ótimo.
Como estudante de publicidade seria interessante que eu comprasse um coelhinho e realizasse a experiência sugerida por VÃ?S.
Só assim me formo publicitária.
super hiper mega master blaster plus advanced
Porra, Pedro. É só perguntar para o urso!
e pensar que por um TRIZ eu não escolho fazer graduação em publicidade…
Acho uma merda também.
Até quando “dá certo” e todo mundo acha genial, publicidade é uma grande merda.
E pra essa não tem papel higiênico que chegue!