Desde o alvorecer da humanidade somos perseguidos pelas três perguntas fundamentais. Questões tão inerentes à civilização que podemos considerá-las a fundação de todo o nosso conhecimento. Perguntas que são os pilares do desenvolvimento cultural e tecnológico, questionamentos que impulsionaram as ciências, as artes e as religiões.

As três questões universais:

1) Que porra é essa?
2) Mas que caralho…?
3) Minha filha, o que é isso?

Este blog existe para suscitar as perguntas, jamais para oferecer respostas.

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Pedro Nunes, mais de 20, menos de 30. Mais perto deste do que daquele.

Não sou jornalista, publicitário, advogado ou psicólogo. Não sou revisor, literato, roteirista ou redator. Não trabalho escrevendo e não tenho planos de ganhar dinheiro com uma vírgula do que está escrito aqui. Não pretendo montar um livro com textos reunidos ou escrever um romance.

Não sou escritor.

Este blog parece ser pouco visitado e isso não me incomoda. Mais fácil seria me incomodar se fosse o contrário. O que escrevo não tem visibilidade e fico satisfeito com isso. Numa situação diferente, provavelmente não ficaria. Os posts têm poucos comentários e acho isso bom: prezo mais a qualidade do que a quantidade. Não tenho contadores óbvios na página, mas tenho alguns. Por mera curiosidade. Os dados ali expostos não têm a menor relevância.

Não sou blogueiro.

Trabalho com informática porque é a carreira mais fácil para os que, como eu, não têm talento para nada. Não tenho talento para nada, mas minha mediocridade não me incomoda. Escrevo sobre qualquer coisa porque é mais fácil do que estabelecer um tema e ser fiel a ele. Este não é um blog político, um diarinho, um calhamaço de pensamentos ou um antro de devaneios. Também não deixa de ser.

Este blog não tem objetivos. Tampouco os tenho eu.

Se você não sabe o que é um blog, não sou eu quem vai explicar. Se você não gostou do que leu aqui, não dou a mínima. Se qualquer coisa te ofendeu, é provável que o problema esteja mais em você do que em mim. Se espera da minha parte um pedido de desculpas, qualquer coisa remotamente parecida com uma retratação… bom, vá esperando.

E se quiser falar comigo, mande-me um e-mail. Seja civilizado(a) e prometo não ser estúpido. Mas também não serei efusivo. Saiba que não vim aqui para fazer amigos.